Viajar pelos Estados Unidos é, muitas vezes, como visitar vários países em um só. Em poucos dias, é possível sair de uma cidade histórica na costa leste, atravessar centros urbanos modernos e terminar o roteiro diante de paisagens naturais no oeste do país.
Em 2026, esse movimento ganha ainda mais relevância com a distribuição dos jogos do maior evento de futebol do mundo em diferentes regiões do país. Com cidades espalhadas de costa a costa, o destino passa a reunir uma variedade ainda maior de experiências em um mesmo período, o que amplia as possibilidades de roteiro, mas também exige mais atenção ao planejamento.
Neste conteúdo, você vai entender mais sobre os estados e cidades que sediarão jogos, o perfil das cidades envolvidas e orientações para planejar sua viagem com mais tranquilidade.
1 – Quais estados dos EUA vão sediar o mundial de futebol 2026?
Os estados dos EUA que vão sediar o maior torneio de futebol do mundo estão distribuídos em diferentes regiões do país, o que amplia as possibilidades de roteiro, mas também exige um olhar mais atento para organização e deslocamento.

2 – Onde os jogos acontecerão nos EUA

Os jogos acontecerão em 11 cidades distribuídas por 9 estados nos Estados Unidos. Ao longo do país, é possível encontrar desde cidades históricas até centros urbanos modernos e regiões em que a natureza faz parte da experiência cotidiana.
Por isso, vale entender o contexto de cada estado. Essa leitura ajuda a visualizar melhor o tipo de experiência que cada parada pode oferecer e como essas escolhas impactam o ritmo da viagem.
2.1 – Geórgia
Localizada no sul dos Estados Unidos, a Geórgia reúne tradição, natureza e cidades que cresceram de forma acelerada nas últimas décadas. O estado é conhecido por sua herança cultural, pela presença de áreas verdes extensas e por uma identidade muito marcada dentro do país.

Atlanta
É lá que está Atlanta, a principal cidade da região e uma das mais dinâmicas do sul estadunidense.
A cidade conecta história, música, gastronomia e entretenimento em um mesmo espaço. Ao mesmo tempo em que preserva marcos importantes ligados aos direitos civis, como o Martin Luther King Jr. National Historical Park, onde fica a casa do líder e a igreja onde atuou.
Atlanta também se destaca como um polo de produção audiovisual e eventos, com a presença de grandes estúdios e produções de cinema e televisão que renderam à cidade o apelido de “Hollywood do Sul”, o que contribui para uma atmosfera urbana diversa.
2.2 – Massachusetts
Na costa leste, Massachusetts se destaca pela relevância histórica e pelo papel central na formação dos Estados Unidos, já que foi palco de eventos marcantes da independência, como o Boston Tea Party, que simbolizou a resistência ao domínio britânico. O estado reúne cidades que preservam arquitetura colonial, instituições acadêmicas reconhecidas mundialmente e uma vida cultural bastante estruturada.

Boston
A principal representante desse cenário é Boston, uma cidade que combina passado e presente de forma muito natural. Caminhar por suas ruas significa percorrer locais que marcaram momentos importantes da história americana, como o Freedom Trail, um percurso que conecta 16 pontos históricos ligados à independência do país, ao mesmo tempo em que a presença de universidades de Harvard e MIT traz um ritmo jovem e contemporâneo.
Com parques bem distribuídos e regiões que favorecem deslocamentos a pé, Boston oferece uma experiência mais organizada e agradável para quem prefere explorar o destino com calma.
2.3 – Texas
O Texas chama atenção pela diversidade de experiências que concentra. A influência histórica, a proximidade com o México e a força econômica do estado criam um ambiente onde tradição e modernidade convivem de forma constante.
O estado terá duas cidades sede:
- Dallas: representa o lado mais urbano e estruturado, com centros comerciais, arquitetura moderna e uma dinâmica voltada para negócios e entretenimento.
- Houston: amplia essa experiência ao incorporar uma diversidade cultural ainda mais evidente, refletida na gastronomia, nos bairros e na presença de centros ligados à ciência e tecnologia. A cidade também abriga importantes instituições de pesquisa e um dos principais centros espaciais do país, o que adiciona uma camada diferente à experiência de viagem.
2.4 – Missouri
Localizado na região central dos Estados Unidos, Missouri tende a oferecer uma experiência menos turística e mais conectada ao cotidiano local. É um estado que não costuma estar nos roteiros mais tradicionais, mas que revela um lado autêntico do país.
A Kansas City se destaca por sua identidade própria. A cidade é conhecida pela cena cultural e, principalmente, pela gastronomia, com tradição no preparo de carnes e no estilo barbecue americano.
Ao mesmo tempo, mantém um ritmo mais tranquilo em comparação com grandes metrópoles, o que pode ser interessante para quem busca uma experiência diferente dentro do roteiro.
2.5 – Califórnia
Na costa oeste, a Califórnia reúne alguns dos maiores contrastes do país. O estado combina litoral, grandes centros urbanos, regiões agrícolas e áreas naturais de grande escala, o que faz com que cada parte ofereça uma experiência distinta.

Los Angeles
Los Angeles é o retrato mais conhecido desse estilo de vida, com uma rotina ligada ao entretenimento, às praias e a uma dinâmica urbana espalhada por diferentes bairros. A cidade é extensa, diversa e marcada pela influência cultural, ligada ao cinema e à música.
Já a região de São Francisco Bay Area apresenta uma proposta diferente. Com cidades conectadas entre si, a área combina inovação tecnológica, paisagens naturais e um ritmo mais contemplativo em alguns pontos. A presença de empresas de tecnologia, aliada a cenários como a baía e as colinas, cria uma experiência que mistura urbanização e natureza.
2.6 – Flórida
No sul do país, a Flórida se consolidou como um dos principais destinos turísticos dos Estados Unidos. O clima mais quente e a proximidade com a América Latina influenciam o estilo de vida local.
Miami, que será a casa de alguns jogos no estado, se destaca pela combinação entre praias, gastronomia e vida noturna. A cidade tem uma atmosfera mais descontraída, com muita presença da cultura latina e uma rotina que valoriza atividades ao ar livre. É um destino que costuma agradar quem busca leveza no roteiro, sem abrir mão de estrutura.
2.7 – Nova Jersey (região New York/New Jersey)
A região que envolve Nova Jersey e Nova York concentra um dos maiores centros urbanos do mundo. Trata-se de uma área altamente conectada, com grande infraestrutura e fluxo internacional.
A cidade-sede localizada aqui está em East Rutherford, no estado de Nova Jersey, onde fica o MetLife Stadium, mas a região é integrada à área metropolitana de Nova York. Essa proximidade amplia as possibilidades de roteiro, já que permite combinar o evento com experiências urbanas, culturais e gastronômicas em uma das regiões mais completas dos Estados Unidos.
2.8 – Pensilvânia
A Pensilvânia ocupa um papel importante na história americana, especialmente no período de independência do país. Esse passado ainda é visível na arquitetura e nos espaços preservados.
A principal cidade desse estado no roteiro é Filadélfia, conhecida por reunir marcos históricos e museus relevantes. Ao mesmo tempo, a cidade mantém uma vida cultural ativa e uma cena gastronômica interessante, o que contribui para uma experiência equilibrada entre história e contemporaneidade.
2.9 – Washington (estado)
No noroeste dos Estados Unidos, o estado de Washington apresenta um cenário bastante diferente do restante do país. A presença de montanhas, florestas e áreas costeiras influencia diretamente o estilo de vida local.
Seattle é a principal cidade dessa região e combina esse contato com a natureza a um ambiente urbano moderno. A cidade oferece uma rotina mais tranquila em comparação com grandes metrópoles, o que pode ser um diferencial no roteiro.
>> Leia também: Viagem para o Canadá: o que saber antes de preparar o seu roteiro
3 – Quais cidades dos Estados Unidos vão receber jogos?
As partidas acontecerão em 11 cidades do país, ao longo de todo o período do torneio, entre junho e julho de 2026. Essas cidades vão receber jogos desde a fase de grupos até etapas eliminatórias, o que significa que o fluxo de visitantes não se concentra em um único momento, mas se distribui ao longo de várias semanas.
As cidades-sede são:
- Atlanta (Geórgia)
- Boston (Massachusetts)
- Dallas (Texas)
- Houston (Texas)
- Kansas City (Missouri)
- Los Angeles (Califórnia)
- São Francisco Bay Area – Santa Clara (Califórnia)
- Miami (Flórida)
- New York/New Jersey – East Rutherford (Nova Jersey)
- Filadélfia (Pensilvânia)
- Seattle (Washington)
3.1 – Em quais cidades o Brasil pode atrair mais torcedores
Apesar do objetivo ser assistir aos jogos, as cidades tendem a receber diferentes perfis de viajantes, pois cada uma carrega um estilo. Algumas, por características próprias, acabam concentrando maior presença de turistas internacionais — e, entre eles, muitos brasileiros.
Isso costuma acontecer em destinos que combinam três fatores:
- facilidade de acesso: maior oferta de voos diretos ou conexões simples
- estrutura turística consolidada: variedade de hotéis, restaurantes e serviços
- afinidade cultural: cidades onde o brasileiro já se sente mais familiar
Nesse cenário, alguns destinos ganham destaque:
- Miami aparece como uma das principais portas de entrada. A proximidade cultural, o clima mais quente e a presença constante de brasileiros fazem com que a adaptação seja mais imediata. Além disso, é uma cidade que já está acostumada a lidar com grandes volumes de turistas.
- New York/New Jersey também tende a concentrar um fluxo elevado. A região é um dos maiores hubs internacionais do mundo, com conexões frequentes e uma estrutura que facilita tanto a chegada quanto a circulação.
- Já Los Angeles entra como um destino que combina apelo turístico com capacidade de absorver grandes eventos. A cidade já funciona em escala global, o que ajuda a distribuir melhor o fluxo de visitantes.
3.2 – Qual cidade faz mais sentido para usar como base
Com cidades espalhadas por diferentes regiões, dificilmente faz sentido tentar “abraçar tudo” em um único roteiro. Por isso, escolher uma boa base costuma ser uma das decisões mais importantes.
Uma forma prática de pensar nisso é dividir o mapa dos Estados Unidos em três grandes regiões:
Costa Leste
- Boston, New York/New Jersey, Filadélfia, Miami e Atlanta
- Região com maior densidade urbana e distâncias menores
- Boa oferta de voos, trens e conexões entre cidades
Aqui, é possível montar roteiros mais dinâmicos, combinando mais de um destino sem deslocamentos tão longos.
Região Central
- Dallas, Houston e Kansas City
- Distâncias mais amplas e menor integração entre cidades
Nesse caso, o deslocamento costuma depender de voos internos, o que exige um planejamento mais cuidadoso.
Costa Oeste
- Los Angeles, São Francisco Bay Area e Seattle
- Grande distância entre as cidades, mas com experiências bem diferentes entre si
Essa é uma região que costuma funcionar melhor quando o roteiro é mais direcionado, escolhendo uma ou duas cidades como foco principal.
A escolha da base passa por alguns pontos simples, mas decisivos:
- tempo disponível: quanto mais curto o roteiro, menos deslocamentos fazem sentido
- interesse principal: cultura, natureza, gastronomia ou grandes centros urbanos
- logística: facilidade de chegada e saída
4 – Onde vai ser o mundial de futebol nos Estados Unidos e como funciona a logística entre as sedes?
Quando as cidades estão distribuídas em um país com dimensões continentais, a logística passa a ser parte central do planejamento.
4.1 – Como escolher sua cidade-base
A escolha da cidade-base influencia o ritmo da viagem. Alguns critérios ajudam nessa decisão:
- perfil da viagem: cidades como Nova York e Los Angeles oferecem experiências mais intensas, enquanto destinos como Seattle podem trazer um ritmo mais equilibrado
- objetivo do roteiro: foco em cultura, lazer, natureza ou uma combinação entre eles
- facilidade de deslocamento: cidades com aeroportos maiores tendem a simplificar a logística
4.2 – Vale a pena trocar de estado durante a viagem?
A ideia de conhecer mais de um estado é tentadora e muitas vezes faz sentido, mas isso precisa ser bem dosado.
- em roteiros mais longos, combinar regiões diferentes pode enriquecer a viagem
- em roteiros mais curtos, a troca constante tende a gerar desgaste
Cada deslocamento envolve tempo de aeroporto, deslocamento até hotel e reorganização da rotina. Por isso, menos trocas costumam resultar em uma experiência mais agradável.
4.3 – O que considerar em voo, hotel e transporte interno
Não deixe de se atentar para:
- voos internos: muitas vezes inevitáveis entre regiões
- localização da hospedagem: ficar bem localizado reduz tempo de deslocamento
- transporte local: algumas cidades funcionam melhor com carro, outras com transporte público
Além disso, vale considerar que:
- distâncias podem ser maiores do que parecem no mapa
- o tempo de deslocamento nem sempre é linear
- a logística influência mais do que o número de cidades no roteiro
5 – Como se planejar para assistir os jogos nos EUA
5.1 – Quando comprar passagem e hospedagem
Em períodos de grande movimentação, como eventos internacionais, o fator tempo passa a ter mais influências sobre as opções disponíveis.
Quanto antes o planejamento começa, maior tende a ser a flexibilidade de escolha. Isso vale tanto para voos quanto para hospedagem, em especial nas cidades que já têm alta demanda turística.
Alguns pontos ajudam a organizar essa etapa:
- passagens aéreas: acompanhar os preços com antecedência permite identificar melhores momentos de compra
- hospedagem: regiões centrais ou próximas a pontos estratégicos costumam ter maior procura
- tipo de estadia: hotéis, apartamentos ou hospedagens mais exclusivas podem oferecer experiências diferentes
Além disso, é comum que cidades mais conectadas, como Nova York e Miami, mantenham maior disponibilidade, enquanto destinos com menos oferta tendem a esgotar mais rápido.
5.2 – Quais documentos são necessários para viajar aos EUA
Viajar para os Estados Unidos exige atenção a alguns requisitos básicos, como mostra o Ministério das Relações Exteriores, que precisam estar organizados antes do embarque.
- passaporte válido: durante todo o período da viagem
- visto americano: necessário para turismo
- comprovações adicionais: podem ser solicitadas na chegada, como hospedagem, passagem de retorno e recursos financeiros
5.3 – Precisa de visto para ir aos Estados Unidos?
Para brasileiros, o visto de turismo segue como exigência na maioria das viagens aos Estados Unidos, exceto em situações específicas, como no caso de viajantes que possuem dupla cidadania de países participantes do Visa Waiver Program ou outro tipo de autorização de entrada válida.
6 – Seguro viagem para os EUA no mundial 2026: é obrigatório?
Ao planejar uma viagem internacional, o seguro viagem passa a fazer parte da organização, mesmo quando não é uma exigência formal.
Isso porque o custo de serviços no exterior pode impactar o roteiro, principalmente em situações imprevistas.
6.1 – O seguro viagem é obrigatório nos EUA?
O país não exige a contratação de seguro viagem para entrada de turistas. Ainda assim, a ausência dessa obrigatoriedade não elimina a necessidade de se preparar para eventuais intercorrências, pois qualquer perrengue de viagem pode ter um alto custo.
6.2 – Qual cobertura ideal para os Estados Unidos
A escolha do seguro viagem para os Estados Unidos pede um olhar mais atento, principalmente por se tratar de um destino onde custos médicos e operacionais tendem a ser mais elevados.
Alguns pontos para avaliar no produto contratado:
- limite de cobertura médica adequado ao destino: valores mais altos ajudam a lidar com atendimentos de emergência sem comprometer o planejamento da viagem
- rede de atendimento estruturada: acesso facilitado a hospitais e clínicas, sem depender exclusivamente de reembolso
- agilidade no suporte: tempo de resposta rápido em situações que exigem orientação imediata
- atendimento em português: para facilitar a comunicação
- cobertura para imprevistos de viagem: como cancelamentos, interrupções ou mudanças no roteiro
- proteção para bagagem: incluindo situações de extravio ou atraso
Além disso, dependendo do perfil da viagem, pode ser interessante observar coberturas que acompanhem atividades específicas previstas no roteiro, como a prática de esportes, garantindo que a assistência esteja alinhada ao tipo de experiência escolhida.
6.3 – Quanto custa um seguro viagem para os EUA
O valor do seguro viagem varia de acordo com alguns fatores:
- duração da viagem
- idade dos viajantes
- destino
- nível de cobertura escolhido
Por isso, não existe um valor único. A recomendação é avaliar as opções disponíveis considerando o tipo de experiência que você pretende ter durante a viagem.
6.4 – Existe seguro viagem para assistir ao mundial de futebol 2026?
Os planos de seguro viagem internacional podem ser adaptados ao perfil da viagem, incluindo períodos de maior movimentação e eventos específicos.
A Omint oferece planos com cobertura médica, odontológica, assistência em caso de bagagem extraviada, cancelamento de viagem e atendimento 24 horas no exterior. Além disso, há opções que incluem cobertura para prática amadora de esportes, o que pode ser relevante dependendo das atividades previstas no roteiro.
7 – Quanto custa viajar para acompanhar o maior torneio de futebol nos EUA?
Os custos variam conforme o estilo da viagem e o nível de conforto escolhido.
- viagem mais básica: hospedagens simples, menos deslocamentos e escolhas mais enxutas
- viagem intermediária: melhor localização, mais conforto e maior variedade de experiências
- viagem de alto padrão: hospedagens centrais ou exclusivas, maior flexibilidade e serviços personalizados
A antecedência das reservas também influencia diretamente nos valores.
7.1 – Como reduzir custos sem comprometer a experiência
Algumas decisões ajudam a equilibrar o investimento sem impactar a qualidade da viagem:
- planejamento antecipado: amplia opções e evita custos elevados
- definição de base: reduz deslocamentos desnecessários
- organização do roteiro: melhora o aproveitamento do tempo
Com um planejamento bem estruturado, fica mais fácil transformar essa viagem em uma experiência completa, aproveitando cada cidade dentro do seu próprio ritmo.
FAQ sobre o mundial de futebol nos Estados Unidos
Quais estados dos EUA vão sediar os jogos?
Geórgia, Massachusetts, Texas, Missouri, Califórnia, Flórida, Nova Jersey, Pensilvânia e Washington.
Quais cidades dos Estados Unidos vão receber partidas?
Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, São Francisco Bay Area (Santa Clara), Miami, New York/New Jersey (East Rutherford), Filadélfia e Seattle.
Onde será a final do mundial de futebol masculino 2026?
Na região de New York/New Jersey, no MetLife Stadium.
Onde acontecerá a abertura do torneio em 2026?
Na Cidade do México.
Como será o transporte entre as cidades-sede?
Principalmente por voos internos, com algumas opções de trem na costa leste.
Precisa de visto para viajar aos EUA no mundial de futebol?
Sim, o visto de turismo é necessário para brasileiros.
O seguro viagem é obrigatório nos EUA?
Não, mas é recomendado.
Qual a cobertura ideal de seguro viagem para os Estados Unidos?
Cobertura ampla para despesas médicas, além de assistência para imprevistos.
Quanto custa viajar para assistir aos jogos do mundial de futebol?
Os valores variam conforme o estilo da viagem e o planejamento.