Viagem para o Equador: tudo o que você precisa saber para se planejar

Equador reúne, em um território compacto, algumas das paisagens mais diversas da América do Sul. Entre vulcões andinos, florestas, cidades históricas, praias e ilhas, o país é um destino que combina natureza, cultura e experiências únicas. 

Essa variedade, no entanto, também pede planejamento. Clima, altitude, documentação, regras específicas e a escolha dos destinos certos fazem toda a diferença para aproveitar melhor a viagem. 

Neste conteúdo, você vai encontrar um guia completo para planejar sua viagem para o Equador. Vamos mostrar por que visitar o país, quando ir, o que é necessário para a entrada de brasileiros, os principais pontos turísticos, a importância do seguro viagem e ainda uma sugestão de roteiro. 

Por que visitar o Equador? 

Localizado na região noroeste da América do Sul, o Equador é conhecido como o “país dos quatro mundos” porque, apesar de pequeno em extensão territorial, concentra paisagens e climas muito diferentes entre si. Isso acontece porque o país está em uma área onde montanhas, floresta e oceano interagem diretamente. Essa combinação faz com que, em poucos deslocamentos, o viajante atravesse ambientes completamente distintos.

Essa diversidade natural chamou a atenção do mundo ainda no século XIX, quando o naturalista Charles Darwin passou pelas Ilhas Galápagos. Foi ali que ele observou variações entre espécies, o que mais tarde serviria de base para seus estudos sobre a evolução. Até hoje, o arquipélago é considerado um dos ecossistemas mais importantes do planeta. 

Os principais pontos turísticos do Equador

Quito

Capital do país, Quito está localizada a cerca de 2.850 metros de altitude, em meio à Cordilheira dos Andes. Seu centro histórico foi o primeiro do mundo a receber o título de Patrimônio Mundial da UNESCO, em 1978, e abriga um dos conjuntos coloniais mais bem preservados da América Latina.

Entre os principais destaques estão a Plaza de la Independencia, cercada por edifícios históricos, a Igreja da Companhia de Jesus, conhecida pelo interior decorado, e o Convento de São Francisco, um dos mais antigos da cidade. Caminhar pelo centro é uma forma de entender a história e a identidade cultural equatoriana.

Igreja da Companhia de Jesus

Igreja e Convento de São Francisco

Quito também oferece experiências que vão além do patrimônio histórico. O Teleférico de Quito leva até as encostas do vulcão Pichincha e proporciona vistas amplas da cidade e das montanhas ao redor. Nos arredores, o visitante pode conhecer o complexo da Mitad del Mundo, onde está o marco simbólico da linha do Equador. O local reúne monumentos, museus e espaços interativos que explicam a importância geográfica e histórica da região.

É um dos passeios mais tradicionais para quem visita a capital equatoriana.

Mitad del Mundo

Além disso, a cidade funciona como um importante ponto de partida para explorar outras regiões do país. A partir de Quito, é possível acessar parques nacionais, vilas andinas, áreas de floresta nublada e até a Amazônia em poucas horas de deslocamento.

Cuenca

No sul do país, Cuenca se destaca pela arquitetura colonial, pela atmosfera tranquila e pela forte tradição cultural. Também reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, a cidade é conhecida pela produção dos tradicionais chapéus de palha toquilla, popularmente chamados de chapéus Panamá.

Nos arredores de Cuenca, o Parque Nacional Cajas oferece trilhas, lagos e paisagens típicas da região andina.

Baños de Agua Santa

Baños é um dos destinos mais versáteis do Equador. Cercada por montanhas, cachoeiras e vulcões, a cidade é conhecida pelas atividades de aventura, como trilhas e esportes ao ar livre, além das águas termais naturais.

A partir de Baños, muitos viajantes exploram a chamada Ruta de las Cascadas, um trajeto que passa por diversas quedas d’água ao longo do caminho.

Ilhas Galápagos

Ilhas Galápagos

Localizadas a cerca de 1.000 quilômetros da costa do Equador, as Ilhas Galápagos formam um dos ecossistemas mais preservados e singulares do planeta. O arquipélago é conhecido pela alta concentração de espécies exclusivas do local e pela convivência próxima entre visitantes e vida selvagem, sempre sob regras rigorosas de conservação.

Foi em Galápagos que o naturalista Charles Darwin desenvolveu observações fundamentais que deram origem à teoria da evolução das espécies. Até hoje, o arquipélago é considerado um laboratório natural a céu aberto, reunindo tartarugas gigantes, iguanas marinhas, leões-marinhos, aves raras e uma biodiversidade marinha impressionante.

O destino é bastante procurado para atividades como snorkeling, mergulho, trilhas guiadas e navegações entre ilhas, sempre com acompanhamento e controle ambiental. As ilhas habitadas, como Santa Cruz, San Cristóbal e Isabela, oferecem estrutura turística integrada a práticas de preservação.

 

Ilha de San Cristóbal

Por operar sob um regime especial de proteção ambiental, Galápagos possui regras próprias de acesso, incluindo taxas ambientais, controle de entrada e exigências documentais específicas.

Por isso, a visita exige planejamento antecipado, tanto do ponto de vista logístico quanto documental, garantindo uma experiência mais organizada e alinhada às normas locais.

 

Amazônia Equatoriana

A Amazônia ocupa cerca de um terço do território do Equador e pode ser acessada rapidamente a partir da capital. A região é conhecida pela biodiversidade, pelos rios e pelo turismo de base comunitária, com experiências que envolvem trilhas, navegação fluvial e contato com culturas indígenas.

Quando ir ao Equador?

O clima no Equador varia conforme a região e a altitude, e não apenas pelas estações do ano.

Na região andina, onde estão cidades como Quito e Cuenca, as temperaturas costumam ser amenas ao longo do ano, com médias entre 10 °C e 20 °C. Os meses mais secos, geralmente entre junho e setembro, tendem a favorecer passeios ao ar livre e oferecem melhor visibilidade em áreas montanhosas e parques nacionais.

Na Amazônia equatoriana, o clima é quente e úmido durante todo o ano, com temperaturas médias entre 25 °C e 30 °C e maior volume de chuvas entre março e julho. Já na costa do Pacífico, os meses mais quentes vão de dezembro a maio, quando as temperaturas ficam em torno de 26 °C a 30 °C e o mar costuma estar mais favorável para atividades aquáticas.

Em Galápagos, a escolha da época depende do tipo de experiência desejada. Entre junho e novembro, as águas são mais frias, favorecendo a observação da vida marinha. De dezembro a maio, o clima é mais quente, com mar geralmente mais calmo, ideal para snorkeling e navegações.

Por reunir regiões tão diferentes em um pequeno território, o Equador permite vivenciar múltiplos climas em uma única viagem. Em poucos dias, é possível passar por áreas de altitude mais baixa, florestas úmidas e regiões litorâneas. Por isso, planejar bem o roteiro e organizar a mala com atenção faz toda a diferença para garantir conforto ao longo da viagem e estar preparado para variações de temperatura e umidade.

O que é necessário para viajar para o Equador?

Para brasileiros, a entrada no Equador é simples, mas exige atenção a alguns requisitos.

Não é necessário visto para turismo em estadias de até 90 dias. O ingresso no país pode ser feito com passaporte válido ou RG físico emitido há menos de 10 anos, em bom estado de conservação. Documentos digitais não são aceitos para imigração.

A vacina contra a febre amarela é obrigatória para viajantes procedentes do Brasil. O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) deve ser emitido com pelo menos 10 dias de antecedência da viagem. A vacina é dose única e válida por toda a vida.

O certificado pode ser emitido gratuitamente após a vacinação, por meio da plataforma Meu SUS Digital (site ou aplicativo), onde o comprovante é gerado de forma digital e pode ser apresentado às autoridades migratórias e companhias aéreas.

A moeda oficial do país é o dólar americano, o que facilita pagamentos, mas exige atenção em regiões mais afastadas, onde o uso de cartão pode ser limitado. O idioma oficial é o espanhol, e o padrão de tomadas é semelhante ao brasileiro, embora adaptadores possam ser necessários em alguns hotéis e acomodações.

Além da documentação, é importante considerar a proteção para imprevistos durante a viagem. Questões de saúde, acidentes, extravio de bagagem ou cancelamento de viagem podem acontecer. Contar com um seguro viagem ajuda a lidar com essas situações com mais tranquilidade e suporte adequado ao longo do percurso.

Seguro viagem para o Equador: é obrigatório?

O Equador não exige seguro viagem para a entrada no território. No entanto, ele é fortemente recomendado, especialmente para quem pretende circular por diferentes regiões ou realizar atividades ao ar livre.

No caso das Ilhas Galápagos, o seguro viagem é listado como requisito legal em normas locais, além de ser um item essencial diante das características do arquipélago. Atendimentos médicos, deslocamentos entre ilhas e eventuais remoções para o continente demandam planejamento e cobertura adequada.

Ao escolher um seguro viagem para o Equador, vale considerar coberturas médicas, assistência em caso de acidentes, extravio de bagagem e cancelamento de viagem. O ideal é que o seguro acompanhe o estilo do roteiro e as regiões visitadas.


Para viajar protegido, vá com Omint Seguro Viagem

O Omint Seguro Viagem oferece cobertura completa e atendimento de excelência para quem busca segurança durante toda a experiência internacional. Com ele, você conta com:

  • cobertura médica e hospitalar internacional para atendimentos de urgência e emergência;
  • atendimento odontológico de urgência;
  • assistência 24 horas, com suporte em português;
  • cobertura para extravio, atraso ou dano à bagagem;
  • proteção em casos de cancelamento ou interrupção da viagem;
  • opções de cobertura para prática amadora de esportes.

Além disso, a Omint Seguros oferece planos que se adaptam a diferentes perfis de viagem, seja para lazer, viagens em família ou roteiros mais complexos, com a segurança de uma rede de atendimento qualificada.

Roteiro de 7 dias no Equador: sugestão prática

Este roteiro foi pensado para otimizar deslocamentos e permitir uma boa leitura da diversidade do país em poucos dias, combinando altitude, cidades históricas e natureza.

Dias 1 e 2 – Quito

Começar a viagem por Quito ajuda na adaptação à altitude e oferece uma imersão cultural logo nos primeiros dias.

  • Exploração do Centro Histórico, com igrejas, praças e museus.
  • Visita à Mitad del Mundo.
  • Subida ao Teleférico de Quito, com vista panorâmica da cidade e da Cordilheira dos Andes.

Quito também funciona como principal hub logístico do país, facilitando os  deslocamentos.

Dia 3 – Parque Nacional Cotopaxi (bate-volta saindo de Quito)

A curta distância entre Quito e o Cotopaxi permite um bate-volta bem-organizado.

  • Caminhada no parque.
  • Observação do vulcão Cotopaxi e da lagoa Limpiopungo.
  • Contato com paisagens típicas dos Andes equatorianos.

Esse dia acrescenta um contato com a natureza ao roteiro sem a necessidade de se hospedar fora de Quito.

Dias 4 e 5 – Baños de Agua Santa

A viagem segue para Baños, conhecida pelo cenário natural e pelas atividades ao ar livre.

  • Visita à Ruta de las Cascadas.
  • Termas naturais para descanso.
  • Trilhas, mirantes e opções de esportes de aventura, conforme o perfil da viagem.

Baños funciona como um contraponto ao ritmo urbano de Quito e amplia a experiência com natureza e bem-estar.

Dias 6 e 7 – Cuenca

Nos últimos dias, Cuenca oferece um encerramento mais tranquilo e cultural.

  • Caminhadas pelo Centro Histórico.
  • Visita a mercados locais e museus.
  • Possibilidade de bate-volta ao Parque Nacional Cajas, para quem deseja mais contato com paisagens naturais.

Alternativa: Galápagos

Para quem tem Galápagos como prioridade, o ideal é substituir Cuenca por um planejamento exclusivo para o arquipélago. Nesse caso, recomenda-se reservar ao menos 4 a 5 dias, considerando voos internos, taxas ambientais e logística entre ilhas.

Dúvidas frequentes sobre viajar ao Equador

Qual é a melhor época para ir para o Equador?

A melhor época depende da região visitada e do tipo de experiência desejada. De forma geral, o Equador pode ser visitado o ano todo, desde que o roteiro considere as variações de clima entre Andes, Amazônia, costa do Pacífico e Galápagos.

É seguro viajar para o Equador hoje?

O Equador recebe turistas regularmente, especialmente nas principais cidades e destinos turísticos. Como em qualquer viagem internacional, é importante seguir orientações locais, planejar deslocamentos e adotar cuidados básicos de segurança.

Quanto custa uma viagem para o Equador?

O custo de uma viagem ao Equador varia conforme o estilo do roteiro, o período da viagem e as regiões incluídas. Destinos como Galápagos exigem um planejamento financeiro específico, enquanto o continente oferece uma ampla variedade de opções de hospedagem, transporte e passeios.

O Equador exige seguro viagem?

Para o território continental, o seguro viagem não é obrigatório, mas é recomendado. Já para as Ilhas Galápagos, o seguro é listado como requisito legal local e faz parte do planejamento essencial da viagem.

Conclusão: vale a pena viajar para o Equador?

Sim. O Equador é um destino que concentra grande diversidade em um território compacto. Em uma única viagem, é possível conhecer cidades históricas, paisagens andinas, a Amazônia, praias do Pacífico e as Ilhas Galápagos, um dos ecossistemas mais preservados do mundo.

Com planejamento, o país permite montar roteiros equilibrados, alinhando clima, deslocamentos e interesses pessoais. Por isso, organizar a documentação, escolher o melhor período e incluir o seguro viagem desde o início faz toda a diferença para uma experiência mais tranquila.

Antes de viajar, garanta seu seguro viagem com a cobertura ideal para o Equador. Com Omint Seguro Viagem, você conta com atendimento de qualidade e suporte para aproveitar cada etapa da viagem com mais segurança.

Boa viagem!

Viagem para o Peru: tudo que você precisa saber antes de ir

Embarcar rumo ao Peru é ir muito além do turismo: é mergulhar em um universo vibrante de vivências, cultura, gastronomia marcante, paisagens impressionantes e surpresas encantadoras.

De Machu Picchu ao Vale Sagrado, de Lima a Cusco, do patrimônio histórico às ondas perfeitas para o surf, o país reúne uma diversidade única de experiências que encantam todos os perfis de viajantes.

Para aproveitar cada momento com tranquilidade, é importante entender a logística dos passeios, as variações de clima e, especialmente, a altitude. Grande parte do território peruano está na imponente Cordilheira dos Andes, o que significa que destinos turísticos como Cusco (3.399 m), Puno (3.800 m) e até alguns trechos rumo a Machu Picchu estão em regiões de alta altitude, onde o ar é mais rarefeito e a pressão atmosférica, menor.

Pensando nisso, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa para planejar sua viagem ao Peru com segurança, organização e tranquilidade. Prepare-se, e boa leitura!

 

Por que visitar o Peru?

Os pontos turísticos do Peru estão espalhados por todo o país, que abriga uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e um Patrimônio da UNESCO.

É um destino completo, onde natureza, história e gastronomia se encontram em uma cultura acolhedora. Descubra as atividades peruanas mais famosas:

  • Explorar sítios arqueológicos
  • Mergulhar na cultura Inca
  • Viver a energia indescritível de Machu Picchu
  • Navegar pelo Titicaca: lago navegável mais alto do mundo
  • Visitar paisagens cinematográficas do Vale Sagrado
  • Se aventurar na Rainbow Mountain
  • Conhecer Lima, a segunda maior cidade da América do Sul com vista para o Pacífico
  • Caminhar pelas ruas históricas e mercados de Cusco

Além de estar pertinho do Brasil, o Peru oferece uma grande diversidade de atrações e costuma ser um destino com bom custo para viajar.

Cultura e história rica

O Peru é a expressão viva da civilização que deu origem ao maior império da América do Sul: o Império Inca. No passado, seu domínio se estendia pelo Peru, Equador, Colômbia, Bolívia, Argentina e Chile.

Hoje, essa herança pulsa nas ruínas milenares e nas ruas de pedra de Cusco, símbolos de uma engenharia surpreendentemente avançada, presente também nas práticas têxteis e nos sistemas agrícolas que atravessaram séculos.

A cultura andina continua a permear o país até os dias atuais, revelando-se em museus premiados, numa gastronomia reconhecida mundialmente e na preservação de sua natureza e de seus povos.

Machu Picchu e atrações imperdíveis

O coração do Peru, situado a 2.450 metros acima do nível do mar, é uma parada obrigatória para qualquer viajante.

O famoso ponto turístico, cujo nome significa “montanha velha” na língua indígena local, é a lendária cidade perdida dos Incas, um sítio arqueológico que revela a arquitetura, os saberes e a visão de mundo de seus antigos habitantes.

Entre templos, construções e terraços agrícolas, a natureza também se impõe. Machu Picchu abriga uma rica biodiversidade e oferece cenários deslumbrantes no alto da Cordilheira dos Andes.

Reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1983 e eleita uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno em 2007, a cidadela continua fascinando viajantes de todo o planeta.

O caminho até Machu Picchu costuma ser uma experiência à parte. A forma mais tradicional de chegar é de trem, em um trajeto que cruza o Vale Sagrado em meio a paisagens impressionantes.

Para quem prefere uma aventura maior, o país também oferece trilhas famosas, como a clássica Trilha Inca, além de rotas alternativas como Salkantay e Lares.

Importante: para garantir sua entrada em Machu Picchu, é recomendado comprar o ingresso com cerca de três meses de antecedência.

Machu Picchu é, naturalmente, o grande símbolo do país. Mas existem diversos outros locais turísticos e imperdíveis. Continue a leitura para descobrir!

Lima

A capital peruana é a segunda maior cidade da América do Sul, uma metrópole vibrante que combina gastronomia premiada, história colonial e vida urbana à beira do Pacífico.

Lima é o principal ponto de entrada no Peru e um excelente ponto de partida para conhecer a cultura local antes de seguir para outras regiões do país.

Não deixe de explorar a orla com suas falésias nos bairros de Miraflores e Barranco.

Cusco

Localizada a 3.400 metros de altitude, Cusco, antiga capital do Império Inca, é um lugar onde a história ganha vida. Suas ruas de pedra, com construções coloniais erguidas sobre sólidas fundações incas, revelam camadas de civilizações que se conectam à energia local e aos mercados tradicionais que cercam a Plaza de Armas.

Além de servir como base para visitar Machu Picchu, Cusco oferece uma verdadeira imersão na cultura andina.

Vale Sagrado

O Vale Sagrado fica entre Cusco e Machu Picchu, cercado por montanhas, mercados, vilarejos autênticos e importantes sítios arqueológicos. Como a altitude é mais baixa que Cusco, a aclimatação fica mais fácil antes de visitar Machu Picchu.

Pisac e Ollantaytambo

Pisac encanta por sua conexão entre a arqueologia no alto da montanha e o mercado artesanal onde tecelões vendem criações tradicionais e coloridas.

Já Ollantaytambo é uma fortaleza inca viva, com ruas todas de pedra e as gigantes construções com a sofisticação arquitetônica inca. Além de ser também o ponto de partida do trem que leva a Machu Picchu.

Essas duas relíquias do Vale Sagrado não podem faltar no seu roteiro.

Salinas de Maras

Um cenário surreal, com mais de 3.000 poços de sal formando um mosaico branco nas montanhas do Vale Sagrado.

Exploradas desde o período inca, as salinas artesanais estão a 3.000 metros de altitude e compõem paisagens únicas junto aos vales da região.

É possível conhecer o processo tradicional de extração do sal andino enquanto se aprecia uma das vistas mais fotogênicas do Peru.

Chicama, a praia que possui a onda mais longa do mundo

Para os amantes do surf, Chicama é um paraíso no litoral norte peruano.

Conhecida como a praia de onda mais longa do mundo, que podem chegar a 4km de extensão. Essa vila de pescadores autêntica atraí não só quem busca a onda perfeita, mas quem quer uma experiência única no Pacífico peruano.

Huacachina

Huacachina é uma lagoa natural no meio do deserto de Ica, a poucas horas de Lima. Essa região é ideal para sandboard e passeios de buggy.

Além disso, oferece uma experiência diferente do roteiro andino tradicional: aventuras no deserto, sandboard e passeios de buggy. Na região de Ica, você pode degustar pisco e vinhos de produção local em vinícolas que recebem visitantes.

Laguna Humantay

Uma lagoa turquesa hipnotizante localizada a 4.200 metros de altitude nos Andes peruanos. A longa caminhada de trilha moderada até o local exige preparo físico e aclimatação prévia, mas é recompensada por uma paisagem de águas cristalinas e picos nevados.

 

Lago Titicaca

O lago navegável mais alto do mundo que abriga comunidades tradicionais da região fica a 3.812 metros de altitude na fronteira entre Peru e Bolívia e é considerado sagrado pelos habitantes e pela comunidade que preserva as tradições ancestrais como agricultura e tecelagem.

Além da altitude, a principal atração são as ilhas flutuantes e navegações feitas de totora (planta aquática), que traduzem a engenharia andina dos povos que vivem sobre as águas deste lago.

Arequipa

Conhecida como “Cidade Branca” pela arquitetura colonial em pedra vulcânica, Arequipa é Patrimônio Mundial da UNESCO.

A segunda maior cidade do Peru tem clima agradável, gastronomia reconhecida e o impressionante Mosteiro de Santa Catalina, que é uma cidade dentro da cidade e a maior construção colonial do Peru.

Rainbow Mountain

A Montanha das Sete Cores é um fenômeno geológico que parece ter sido pintado à mão pela natureza. A 5.200 metros de altitude, as faixas coloridas (daí o nome Rainbow) formadas por um depósito milenar de minerais criam uma arte viva e uma das paisagens geológicas mais autênticas do Peru.

 

Tudo que você precisa saber antes de embarcar na sua viagem para o Peru

É possível viajar para o Peru sem passaporte?

Brasileiros não precisam de passaporte para viajar ao Peru. É possível entrar com o seu RG desde que o documento tenha menos de 10 anos de emissão e esteja em bom estado.

Em caso de menores de idade, devem ser apresentados também RG, certidão de nascimento ou Passaporte.

Vacinas obrigatórias e documentos

O Peru não exige nenhuma vacina para os visitantes, contudo se você planeja visitar as regiões da Bacia Amazônica do Peru, como Iquitos ou Puerto Maldonado, a vacinação contra a Febre Amarela é recomendada e pode ser inclusive necessária para a entrada.

Documentos

  • Seguro viagem, com a apólice.
  • Reservas impressas ou digitais de todos os documentos essenciais: RG, Passaporte e passagens.

Altitude e cuidados

Não subestime o fator altitude na sua viagem para o Peru! Para aproveitar ao máximo a sua estadia e todos os passeios, é necessária a aclimatação, ou seja, a adaptação do corpo à menor disponibilidade de oxigênio.

Confira algumas altitudes dos principais locais e protocolos de aclimatação:

Cusco (altitude: 3.399 metros / 11.152 pés)
Puno e Lago Titicaca (altitude: 3.827 metros / 12.556 pés)
Huaraz (altitude: 3.052 metros / 10.013 pés)

Se você deseja visitar regiões de grande altitude, é importante se planejar para prevenir o mal da altitude, uma condição causada pela subida rápida, sem dar ao corpo o tempo necessário para se adaptar aos níveis mais baixos de oxigênio.

Protocolo de aclimatação

Ao chegar em um local de alta altitude, tenha pelo menos 24 a 48 horas de descanso e atividades leves antes de ir para trilhas ou passeios mais intensos e altos.
Faça a ascensão gradual de altitudes, como por exemplo: visite Lima e Ica que tem menor altitude antes de ir para o Vale Sagrado. E fique dois dias no Vale Sagrado antes de ir para Cusco.

Prevenção

De acordo com a Cusco Tours (agência de turismo peruana com 12 anos de experiência) e o residente e escritor especialista no Peru, Tony Dunnel, a principal recomendação é uma excelente hidratação, com cerca de 3 a 4 litros de água por dia. Siga uma dieta rica em carboidratos, mas evitando refeições grandes e pesadas demais. Evite consumo de tabaco e bebidas alcoólicas, principalmente no primeiro dia em altitude.

 

Medicações

Em casos de turistas que já tem histórico de sensibilidade a altitude, o uso de medicamentos pode ser benéfico, desde que seja prescrito por um médico antes da viagem.

É seguro viajar para o Peru?

Sim, as principais rotas turísticas como Cusco, Lima e Arequipa, por exemplo, são bem seguras. Mesmo assim, é recomendado:

  • Cuidado com golpes em agências não regulamentadas de passeios.
  • Atenção a golpes comuns com táxis não oficiais.

Cautela com bolsas e eletrônicos em áreas muito movimentadas.

Qual a melhor época para viajar para o Peru?

Escolher quando viajar para o Peru faz toda a diferença na sua experiência. O clima varia entre regiões, mas para quem vai conhecer Machu Picchu e Cusco (principais regiões turísticas), a melhor época para visitar o Peru é entre maio e setembro, durante a estação seca, quando as condições de visibilidade para trilhas e passeios ao ar livre estão ideais.

Clima por estações e meses

Estação seca (maio a setembro)

  • Junho é o período mais seco do ano com pouca chuva e céu claro.
  • Junho, julho e agosto são os meses mais movimentados devido ao bom tempo e férias no Hemisfério Norte.
  • Dias quentes com temperatura média de 17ºC, mas noites frias que podem cair abaixo de 0ºC em junho e julho.
  • Ideal para trekking e visitar Machu Picchu.

 

Estação chuvosa (novembro a março)

  • Cusco tem a maior quantidade de chuvas do ano inteiro durante este período.
  • Janeiro é o mês mais chuvoso.
  • A Trilha Inca fecha em fevereiro devido às fortes chuvas para manutenção.

Qual a melhor época para visitar Machu Picchu e Cusco?

Os meses de junho a agosto são os mais populares devido às condições secas e ensolaradas, ideais para trekking e visitas a sítios arqueológicos. Mas se você quer menos multidões, maio e setembro são os melhores meses para viajar para o Peru. 

  • Janeiro a março: muita chuva, trilhas escorregadias
  • Abril: clima começando a estabilizar
  • Maio e junho: clima seco e mais paisagens
  • Julho e agosto: tempo perfeito com mais turistas
  • Setembro: clima ótimo com menos turistas
  • Outubro: início das chuvas
  • Novembro e dezembro: chuva forte

Qual a época mais barata para viajar ao Peru

Se você quer economizar na sua viagem para o Peru, a melhor temporada é quando começam as chuvas e as tarifas de hospedagem, atividades e transporte ficam mais baixas.

Fevereiro e março são os meses mais baratos por conta das chuvas intensas e baixa de turismo.

Outubro e novembro têm preços medianos e um clima mais previsível

Quanto custa uma viagem para o Peru?

Planejar o orçamento é essencial para embarcar nesse destino com tranquilidade. O turismo para o Peru é um dos mais acessíveis da América do Sul com excelente custo-benefício.

Gasto médio por dia

Uma viagem de 10 dias ao Peru pode custar entre R$ 6.500 e R$ 8.000 por pessoa saindo do Brasil, dependendo do padrão escolhido.

Os valores médios por dia (por pessoa) incluindo alimentação, transporte local, passeios e hospedagem são:

  • Baixo custo: R$ 220–350/dia (hostels, transporte público, refeições locais).
  • Moderado: R$ 350–650/dia (hotéis 3 estrelas, mix de transporte, restaurantes variados).
  • Confortável: R$ 700–1.200/dia (hotéis 4-5 estrelas, transporte privado, restaurantes premium).

Principais custos da viagem para o Peru

Passagens aéreas: Promoções convencionais para Lima e Cusco ficam na faixa de R$ 1.600 ida e volta com taxas. Valores sem promoção têm uma média de R$ 2.848

Machu Picchu: O trem de Ollantaytambo para Águas Calientes custa a partir de 243 soles (cerca de R$ 389) e o ônibus de Águas Calientes até Machu Picchu sai por 90 soles (R$ 148) ida e volta.

Quanto levar em dinheiro?

O país aceita:

  • Soles (moeda local).
  • Dólares em alguns estabelecimentos.
  • Cartões internacionais.

Recomendação:  leve uma parte em soles para mercados e táxis.

Dicas para economizar

  • Compre passeios locais em Cusco — ficam muito mais baratos.
  • Use o menu del día (almoço local).
  • Escolha hotéis próximos ao centro para fazer tudo a pé.
  • Compre ingressos para Machu Picchu e passagens de trem online com antecedência.

Seguro viagem para o Peru é obrigatório?

Não é obrigatório, mas altamente recomendado, especialmente por causa da altitude no Peru que é uma das principais causas de atendimentos médicos entre turistas.
Mesmo viajantes saudáveis podem ter:

  • Falta de ar.
  • Dores de cabeça.
  • Náuseas.
  • Tonturas.
  • Taquicardia.

O tratamento médico no exterior tende a ser muito caro, e um seguro viagem oferece a cobertura essencial para emergências médicas.

O que considerar na hora de contratar o seguro viagem?

Antes de contratar um seguro viagem, verifique alguns pontos que realmente fazem a diferença na prática:

  • Cobertura médica e hospitalar:
    Confira o valor máximo de cobertura, se inclui internação, exames, medicação e atendimento de urgência. Em destinos de altitude ou clima extremo (como o Peru), isso é ainda mais importante.
  • Telemedicina e assistência 24h:
    Facilita muito quando você precisa de orientação imediata ou não encontra atendimento local. Melhor ainda quando o suporte é em português, onde quer que você esteja.
  • Cobertura odontológica:
    Emergências odontológicas acontecem e costumam ser caras no exterior.
  • Extravio, atraso ou dano à bagagem:
    Verifique os limites de indenização e como funciona o processo de reembolso.
  • Cancelamento e interrupção de viagem:
    Importante se você está viajando em época de instabilidade climática, por motivos profissionais imprevisíveis ou com conexões apertadas.
  • Modalidades específicas:
    Prática amadora de esportes, gestantes, idosos ou condições de saúde pré-existentes podem exigir coberturas adicionais.
  • Rede de atendimento e reputação:
    Confirme se a seguradora tem boa capilaridade, rapidez no retorno e histórico de boa assistência.
  • Processo de acionamento:
    Quanto mais simples, melhor e de preferência sem burocracia, com canal direto para suporte.

Omint Seguro Viagem acompanha você no Peru e em qualquer lugar

Inclua na mala a tranquilidade de saber que, se algo acontecer, você estará amparado.

Com Omint Seguro Viagem, você conta com cobertura médica e odontológica, proteção para bagagem, assistência em casos de cancelamento e atendimento 24h em português.

Tudo para você aproveitar o que realmente importa na sua viagem.

 

FAQ – Perguntas frequentes

O que um brasileiro precisa para ir ao Peru?

Brasileiros podem viajar ao Peru apenas com o RG, desde que o documento tenha menos de 10 anos de emissão e esteja em bom estado. Não é necessário visto para turismo de até 90 dias. Passaporte é opcional, mas facilita imigração e conexões internacionais. Também é recomendado viajar com seguro viagem e comprovação de hospedagem e retorno.

Qual a melhor época para visitar o Peru?

A melhor época para viajar para o Peru é entre maio e setembro, durante a estação seca, quando há pouca chuva e condições ideais para visitar Machu Picchu e Cusco. Para quem busca economia ao viajar para o Peru, outubro, novembro e março costumam ter preços mais baixos com um pouco mais de chuva.

É seguro viajar sozinho para o Peru?

Sim, viajar para o Peru é seguro, especialmente em regiões turísticas como Lima, Cusco, Arequipa e Vale Sagrado. Mulheres viajando sozinhas costumam relatar boas experiências no turismo para o Peru. Recomenda-se cuidado com pertences, evitar ruas vazias à noite e usar aplicativos de transporte sempre que possível.

Qual o melhor roteiro para o Peru em 7 dias?

O roteiro mais equilibrado inclui: 2 dias em Lima, 1 dia em Cusco para aclimatação, 1 dia no Vale Sagrado, 1 dia em Machu Picchu, 1 dia em Maras e Moray e 1 dia extra em Cusco para explorar ruínas e mercados. Esse roteiro ajuda a reduzir o impacto da altitude, otimiza deslocamentos proporcionando conhecer a cultura local a pé.

 

 

Referências

 

Perrengues de viagem: como o seguro viagem protege você dos 10 perrengues mais comuns

Quem nunca ouviu, ou viveu, um daqueles perrengues de viagem que viram história para contar, mas que, no momento, causam dor de cabeça? Pode ser uma bagagem extraviada, o cancelamento da viagem, problemas de saúde no exterior ou até a perda do passaporte em outro país. 

Essas situações acontecem com mais frequência do que se imagina — e, na maioria dos casos, poderiam ser resolvidas (ou até evitadas) com planejamento e um bom seguro viagem. 

Viajar é uma das experiências mais enriquecedoras que existem. Mas para que o prazer não se transforme em estresse, vale entender quais são os principais perrengues de viagem e como se proteger.

O que são perrengues de viagem? 

“Perrengue” é aquela palavra que todo viajante usa para definir um imprevisto ou problema inesperado durante a viagem. Pode ser algo simples, como esquecer o carregador do celular, ou mais sério, como uma emergência médica no exterior. 

Em resumo, é tudo o que foge do planejado e atrapalha a experiência. Exemplos comuns enfrentados por turistas: 

  • bagagem extraviada ou danificada; 
  • perda de documentos importantes; 
  • problemas de saúde (como febre, intoxicação ou acidente); 
  • furto ou roubo de bens pessoais; 
  • barreiras linguísticas e culturais; 
  • cancelamento de viagem; 
  • falta de suporte em situações emergenciais. 

Esses problemas em viagem podem gerar gastos altos, especialmente fora do país, onde o atendimento médico, por exemplo, pode custar milhares de dólares. 

>> Leia também: Guia completo para viajar aos Estados Unidos 

 

Como se prevenir de imprevistos 

Mesmo o viajante mais experiente está sujeito a contratempos. Mas com um bom planejamento, é possível minimizar os riscos e evitar os principais perrengues de viagem.  

Antes de embarcar, vale revisar detalhes simples — como documentos, bagagem e condições do seguro — que fazem toda a diferença quando algo sai do esperado. Afinal, prevenir é o primeiro passo para viajar com tranquilidade. Estes são 5 itens que você não pode esquecer:  

 

  1. planejar o roteiro com antecedência;
  2. verificar a documentação exigida para entrada no país;
  3. ter cópias digitais e físicas dos documentos;
  4. guardar contatos de emergência (embaixada, seguro etc.); 
  5. contratar um seguro viagem confiável, que cubra desde emergências médicas até cancelamento de viagem. 

 

10 perrengues que quem viaja sem seguro já viveu 

Por mais que cada viagem seja única, certos imprevistos se repetem entre os viajantes. Para entender melhor o que pode acontecer quando algo foge do roteiro, reunimos a seguir 10 situações reais que mostram como é viajar sem seguro. Confira: 

1. Bagagem extraviada

Você chega ao destino, espera na esteira e sua mala simplesmente não aparece. O extravio de bagagem é um dos perrengues de viagem mais comuns. 

Consequências: além do transtorno, pode haver perda de itens pessoais e gastos extras com roupas e produtos de higiene. 

Como o seguro ajuda: um seguro viagem cobre indenização por bagagem extraviada, reembolsa itens essenciais e auxilia na comunicação com a companhia aérea até que a mala seja localizada. 

>> Já ouviu falar sobre Property Irregularity Report (PIR)? Leia mais aqui 

2. Cancelamento de viagem

Demissão involuntária, cancelamento do agendamento de férias, recusa de visto ou outras situações imprevistas podem te obrigar a cancelar a viagem antes mesmo de embarcar.  

Consequências: perda parcial ou total do valor pago em hotéis, passagens, tours, ingressos ou pacotes turísticos, gerando prejuízo financeiro significativo. 

Como o seguro ajuda:  a cobertura de cancelamento de viagem permite o reembolso das despesas não reembolsáveis quando o segurado precisa desistir da viagem por motivos previstos em contrato. Assim, o viajante não fica no prejuízo, mesmo sem embarcar. 

3. Perder o passaporte

Um dos maiores temores de quem viaja ao exterior: perder o passaporte. Pode acontecer em um furto, esquecimento no hotel ou até confusão no aeroporto. 

Consequências: sem passaporte, não é possível embarcar de volta ao Brasil. O processo de emissão da segunda via em outro país pode ser demorado e caro. 

Como o seguro ajuda: o viajante recebe assistência para emissão de novo passaporte, orientação jurídica e até apoio financeiro em caso de emergência. 

4. Problemas de saúde no exterior

Imagine sentir-se mal ou se acidentar em outro país, sem conhecer o sistema de saúde local. Problemas de saúde em viagem são mais comuns do que se imagina — de uma simples gripe a uma emergência hospitalar. 

Consequências: os custos de atendimento médico no exterior podem ultrapassar US$ 10 mil, dependendo do país. 

Como o seguro ajuda: cobre atendimento por telemedicina, rede referenciada, consultas, internações, cirurgias e exames de urgência e/ou emergência sem que o viajante precise desembolsar altos valores. 

5. Intoxicação alimentar

Experimentar a culinária local é parte da experiência, mas o corpo pode reagir mal a ingredientes ou formas de preparo diferentes. Casos de intoxicação alimentar em viagens são frequentes. 

Consequências: náuseas, febre, desidratação e até internações podem comprometer dias inteiros do roteiro. 

Como o seguro ajuda: o seguro viagem cobre atendimento médico, medicação e exames necessários, garantindo rápida recuperação e menos prejuízo na programação. 

6. Contaminação por água

Em alguns destinos, a água não é potável ou contém micro-organismos que causam gastroenterites e outras doenças. 

Consequências: mal-estar, febre e infecção intestinal podem se agravar sem tratamento adequado. 

Como o seguro ajuda: cobre atendimento médico de urgência, medicamentos e orienta o viajante sobre hospitais conveniados próximos. 

7. Furtos e roubos

Bolsas, carteiras e celulares são alvos fáceis em locais turísticos. Mesmo tomando cuidado, furtos e roubos podem acontecer. 

Consequências: prejuízo financeiro, perda de documentos e insegurança para continuar a viagem. 

Como o seguro ajuda: o seguro oferece assistência emergencial, apoio para bloqueio de cartões, orientação jurídica e indenização conforme o plano contratado. 

8. Dor de dente e emergências odontológicas

Ninguém planeja ir ao dentista durante uma viagem, mas uma dor de dente, a quebra de um dente ao morder algo duro ou até uma infecção inesperada podem acontecer em qualquer destino, especialmente quando há mudanças na alimentação, altitude ou temperatura.

Consequências:
Dor intensa, dificuldade para se alimentar, interrupção do passeio e atendimento emergencial com alto custo no exterior. 

Como o seguro ajuda:
O seguro viagem cobre tratamentos odontológicos de urgência, auxilia a localizar clínicas credenciadas próximas e evita despesas altas, permitindo que o viajante retome o roteiro com segurança e conforto. 

9. Dificuldade com idioma/local

Mesmo com tradutores no celular, nem sempre é fácil se comunicar em um momento de urgência. 

Consequências: mal-entendidos, atrasos, dificuldade em pedir ajuda ou entender instruções médicas. 

Como o seguro ajuda: o atendimento 24h multilíngue auxilia o viajante a encontrar o serviço certo e resolver o problema sem barreiras linguísticas. 

10. Falta de suporte em emergências

Quem viaja sem seguro muitas vezes depende apenas da boa vontade de terceiros ou de informações desencontradas na internet. A falta de suporte em emergências, principalmente para quem viaja sozinho, pode ser desesperadora.  

Consequência: sensação de desamparo, medo e insegurança em um país estrangeiro, muitas vezes sem apoio de locais ou de familiares (por estarem fisicamente distantes). 

Como o seguro ajuda: com o Omint Seguro Viagem, o viajante conta com suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana, em português — pronto para indicar atendimento médico, assistência jurídica e suporte logístico em qualquer parte do mundo. 

Com esse checklist, você reduz significativamente o risco de perrengues de viagem e garante uma jornada mais tranquila. 

Benefícios de contratar um seguro viagem 

Um seguro viagem completo é muito mais do que uma exigência para entrar em alguns países — é uma forma de viajar com tranquilidade, sabendo que imprevistos terão solução. 

Principais benefícios: 

  • cobertura médica e hospitalar em caso de urgência e/ou emergência; 
  • reembolso de despesas por cancelamento de viagem ou bagagem extraviada; 
  • assistência jurídica e tradução em caso de necessidade; 
  • atendimento 24 horas em português; 
  • suporte global em emergências. 

Com o Omint Seguro Viagem, você tem a confiança de uma empresa com mais de 45 anos de experiência em cuidar da saúde e bem-estar das pessoas em qualquer lugar do mundo. 

 

Perguntas frequentes sobre perrengues de viagem (FAQ) 

O que fazer ao perder o passaporte? 

Procure imediatamente a autoridade policial local e registre um boletim de ocorrência. Em seguida, entre em contato com o consulado ou embaixada do Brasil mais próxima. Com o seguro viagem, você recebe orientação e apoio financeiro para resolver o problema mais rápido.

Como acionar o seguro em caso de cancelamento de viagem? 

Entre em contato com a central de atendimento da seguradora informando o ocorrido e envie os documentos solicitados. A Omint oferece assistência 24h, garantindo o reembolso das despesas e suporte na reacomodação.

O que acontece com uma mala extraviada? 

A companhia aérea deve ser notificada imediatamente. O seguro cobre indenização complementar e reembolso de itens essenciais até que a bagagem seja devolvida.

Quais problemas de saúde são mais comuns em viagens? 

Entre os mais relatados estão gripes e resfriados, intoxicações alimentares, problemas intestinais e lesões leves por esforço físico. Em locais tropicais, há risco de doenças transmitidas por mosquitos, como dengue ou febre amarela. 

Preciso levar passaporte antigo para fazer outro? 

Não é obrigatório, mas se ainda o possuir, leve-o — isso pode agilizar o processo de identificação. Em caso de perda no exterior, a embaixada brasileira pode emitir um documento provisório para retorno ao país. 

Como voltar ao Brasil sem passaporte? 

O consulado brasileiro pode emitir um documento de viagem emergencial (DVE). O seguro viagem auxilia no contato e deslocamento até a embaixada. 

Qual valor da indenização por bagagem extraviada? 

Depende da companhia aérea e da cobertura do seguro, mas pode variar entre US$ 200 e US$ 1.200, conforme convenções internacionais e condições do plano.

 

Conclusão 

Os perrengues de viagem fazem parte das histórias de todo viajante, mas ninguém quer vivê-los no meio das férias ou de uma viagem de negócios. 

Planejar-se é a melhor forma de garantir que a jornada seja lembrada pelas boas experiências, não pelos imprevistos. E, nesse planejamento, o seguro viagem é essencial. 

Com o Omint Seguro Viagem, você tem assistência médica e suporte em qualquer situação, do extravio de bagagem a emergências hospitalares, para que nada atrapalhe sua viagem — nem o inesperado. 

Imprevistos acontecem, mas com a Omint Seguros você viaja com a tranquilidade de quem conta com a proteção de uma marca que sabe cuidar, onde quer que esteja. 

Seguro viagem do cartão de crédito x seguradora: entenda as diferenças e faça a melhor escolha

Muitos viajantes optam pelo seguro viagem oferecido pelo cartão de crédito, atraídos pela praticidade e pela percepção equivocada de que não há custo adicional. Esse benefício, no entanto, está geralmente condicionado à compra das passagens ou da hospedagem com o próprio cartão, o que pode limitar sua efetividade e cobertura. 

Por outro lado, contratar o seguro viagem diretamente com uma seguradora representa uma escolha mais estratégica. Essa modalidade oferece maior segurança, com coberturas amplas e suporte personalizado, adaptando-se melhor às necessidades específicas de cada perfil de viajante e destino. Além disso, permite maior previsibilidade e controle sobre os riscos envolvidos.  

Neste artigo, você vai entender como funciona o seguro viagem do cartão de crédito e o seguro da seguradora, além de conhecer os benefícios, limitações e diferenciais de cada um para tomar uma decisão mais informada antes de viajar.

Como funciona o seguro viagem do cartão de crédito? 

O seguro viagem do cartão de crédito é um benefício oferecido por algumas bandeiras, geralmente disponível nas versões Platinum, Black, Infinite ou Nanquim. 

Ele cobre emergências médicas durante viagens internacionais, desde que o titular compre as passagens com o próprio cartão e emita o certificado de seguro antes da viagem. Ou seja, é preciso ativar o benefício corretamente e seguir as regras específicas de cada bandeira. 

 

O que está incluso geralmente? 

As coberturas mais comuns incluem: 

  • despesas médicas e hospitalares em caso de emergência; 
  • repatriação médica ou funerária; 
  • indenização por morte ou invalidez acidental durante a viagem; 
  • atraso ou cancelamento de voo (em alguns casos). 

 

Limitações e exclusões frequentes 

Por outro lado, o seguro do cartão pode ter limitações importantes. Por exemplo: 

  • atendimento: o viajante precisa ligar para uma central internacional e aguardar autorização para cada despesa; 
  • coberturas: em muitos casos, os limites são baixos — US$ 10 mil ou US$ 20 mil, o que pode ser insuficiente em destinos como EUA, devido ao alto custo de serviços médicos nesse país; 
  • idioma: ausência de suporte em português; 
  • reembolso: burocracia ou demora na devolução, pois entra em análise do banco e da seguradora parceira; 
  • exclusões: alguns fatores como idade, gestação, doenças pré-existentes ou prática de esportes podem ser impeditivos para a contratação do seguro viagem do cartão.

Seguro viagem especializado: o que ele oferece a mais? 

Ao contrário das soluções genéricas, o seguro viagem oferecido por uma seguradora especializada é desenvolvido para atender às necessidades específicas de cada viajante, proporcionando uma experiência mais segura e eficiente. 

Na Omint Seguros, por exemplo, o atendimento é ativo, imediato e realizado em português, o que facilita a comunicação em situações críticas. A pessoa conta com uma rede internacional de assistência médica que acompanha o cliente do início ao fim do atendimento, garantindo suporte contínuo e resolutivo.  

Benefícios de um seguro especializado: 

  • coberturas mais altas e flexíveis, ajustadas ao destino, à duração da viagem e ao perfil do viajante; 
  • atendimento 24 horas, em português e com suporte ativo;  
  • ampla rede credenciada, permitindo que o viajante não precise desembolsar nenhum valor. E, caso necessário, o processo de reembolso é rápido e eficiente; 
  • coberturas e planos específicos para gestantes, idosos, famílias, empresários, intercambistas e esportistas; 
  • cobertura para COVID-19, doenças pré-existentes e cancelamento de viagem; 
  • cobertura odontológica, farmacêutica e assistência jurídica.

Comparativo seguro viagem: cartão x seguradora

Quando vale a pena usar o seguro do cartão (e quando não)? 

Há situações em que o seguro viagem do cartão pode atender. Por exemplo, em viagens curtas, a lazer, no Brasil, onde o custo de atendimento médico é menor. 

Mas, na maioria dos casos, especialmente em viagens internacionais mais longas ou com família, é recomendável contratar um seguro viagem especializado. 

Quando o seguro do cartão é suficiente? 

  • Viagens curtas (até 5 dias). 
  • Destinos sem exigências de cobertura mínima. 
  • Viajantes jovens e sem histórico de saúde. 
  • Sem prática de esportes ou atividades de risco. 

Quando o seguro do cartão é insuficiente? 

  • Viagens à Europa (onde o Tratado de Schengen exige cobertura mínima de € 30 mil). 
  • Estados Unidos, Canadá, Austrália ou Japão, com custos médicos altíssimos. 
  • Viajantes com filhos, idosos ou gestantes. 
  • Quem busca tranquilidade e agilidade em caso de emergência. 
  • Quem quer suporte em português, sem precisar resolver tudo sozinho. 

 

>> Leia também: Como funciona o sistema de saúde na Europa? 

 

Quanto custa um seguro especializado? 

Muitos viajantes acreditam que contratar um seguro viagem internacional extra é caro, mas a verdade é que o custo é muito menor do que se imagina. 

Para uma viagem internacional de 10 dias, um plano básico pode custar menos de 2% do valor total da viagem, oferecendo um suporte completo. 

Além disso, o seguro especializado pode ser personalizado conforme: 

  • o destino (América do Sul, Europa, EUA etc); 
  • a duração da viagem; 
  • o número de viajantes; 
  • o tipo de atividade (negócios, esportes, intercâmbio etc). 

Assim, você paga apenas pelo que realmente precisa, com a confiança de estar 100% coberto. 

 

FAQ – Dúvidas frequentes sobre seguro viagem 

Vale a pena usar o seguro viagem do cartão de crédito? 

Depende do destino e do tipo de viagem. Para viagens curtas, pode ser suficiente. Mas em destinos com custo médico alto ou com exigências de cobertura mínima, o seguro do cartão geralmente não atende a todas as necessidades. 

O que cobre o seguro do cartão de crédito? 

Cobre emergências médicas, repatriação e, em alguns casos, extravio de bagagem. Mas os valores são limitados e há exclusões comuns, como doenças pré-existentes e esportes. 

Como usar o seguro viagem do cartão Visa ou Mastercard? 

É preciso emitir o certificado de seguro antes da viagem e guardar o documento. Em caso de emergência, o viajante deve ligar para a central indicada. 

O seguro do cartão cobre COVID? 

A maioria não cobre. Já o seguro da Omint Seguros possui planos com cobertura para COVID-19, inclusive com atendimento hospitalar e despesas médicas. 

Qual é o melhor seguro viagem internacional? 

O melhor seguro é aquele que oferece cobertura compatível com o seu destino e perfil. O Omint Seguro Viagem se destaca por unir excelência médica, atendimento humanizado e cobertura ampla. 

 

Dicas finais para escolher o melhor seguro viagem 

Antes de embarcar, analise com atenção: 

  • o valor máximo de cobertura médica do seu seguro; 
  • se há cobertura para familiares e doenças pré-existentes; 
  • se o atendimento é ativo e em português; 
  • a facilidade de acionar e ser reembolsado. 

Checklist rápido 

  • Verifique se o seguro do cartão está ativo e válido. 
  • Compare os valores de cobertura. 
  • Avalie se seu destino exige seguro obrigatório. 
  • Prefira seguradoras com suporte 24h e atendimento no seu idioma. 
  • Em caso de dúvida, contrate um seguro especializado com credibilidade e reputação nesse mercado. 

 

Conclusão 

Ter um seguro viagem é essencial, mas depender apenas do seguro do cartão pode ser arriscado. Ele é um bom complemento, mas não substitui a segurança, a flexibilidade e o suporte humano de um seguro especializado. 

Com o Omint Seguro Viagem, você viaja com o respaldo de uma seguradora que cuida dos detalhes de maneira ágil e confiável para clientes no Brasil e no mundo. 

Novas regras para bagagem de mão: o que mudou e como organizar seus líquidos

Viajar é uma experiência única, mas pode se tornar estressante quando surgem dúvidas sobre o que é permitido levar a bordo. Nos últimos meses, um assunto ganhou destaque entre viajantes: as novas regras para bagagem de mão em voos internacionais, especialmente em relação ao transporte de líquidos. 

Apesar de muitos acreditarem que se trata de uma novidade, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aponta que essas regras estão em vigor desde 2019, por meio da Resolução nº 515 

O que mudou recentemente foi o reforço na fiscalização e a modernização dos equipamentos de segurança, principalmente no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), o que acabou gerando filas, dúvidas e comentários nas redes sociais. 

Ou seja: não é que a regra seja nova, mas a exigência ficou mais acirrada e visível para os passageiros. Por isso, estar bem-informado é fundamental para evitar imprevistos e organizar sua mala de mão de acordo com as normas. 

Neste guia, reunimos as orientações da Anac e dicas práticas para que você entenda de uma vez por todas como embalar líquidos, o que pode ou não levar e como preparar sua bagagem de mão de forma eficiente. 

 

Bagagem de mão no avião: o que é permitido levar? 

De acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), todo passageiro tem direito a levar gratuitamente uma mala de mão de até 10 kg, desde que respeite as dimensões estabelecidas pela companhia aérea (em média, 55 cm x 35 cm x 25 cm). 

Além da mala, também é permitido um item pessoal, como uma bolsa pequena, mochila ou pasta de notebook, que deve caber embaixo do assento à frente. 

Dica: verifique sempre no site da sua companhia aérea os limites exatos, já que eles podem variar. 

 

Regras para líquidos na bagagem de mão 

O principal ponto de atenção para quem viaja frequentemente, sobretudo para destinos fora do Brasil, são as regras sobre transporte de líquidos em voos internacionais que partem de Guarulhos ou fazem conexão lá. 

Confira as exigências! 

  • São permitidos frascos de até 100 ml. 
  • Todos os frascos devem estar dentro de uma embalagem plástica transparente e vedada (do tipo zip lock). 
  • Capacidade máxima da embalagem: 1 litro. 
  • Dimensões: até 20 cm x 20 cm. 

 

Importante: frascos maiores que 100 ml não são permitidos, mesmo que estejam parcialmente cheios. 

O que pode e o que não pode levar na bagagem de mão? 

Antes de arrumar sua mala de mão, é importante entender que existem itens liberados e outros totalmente restritos pela legislação aérea. As regras para bagagem de mão seguem padrões internacionais de segurança, com o objetivo de proteger todos os passageiros e evitar atrasos no embarque. 

Por isso, além de conferir o que pode ou não ser levado, é essencial organizar os objetos de forma correta para facilitar a inspeção no raio-x. 

Permitido 

  • Produtos de higiene em frascos de até 100 ml. 
  • Medicamentos líquidos (desde que com prescrição médica). 
  • Alimentos infantis ou de dieta especial para consumo durante o voo. 

 

Proibido 

  • Objetos cortantes, como tesouras e canivetes. 
  • Produtos inflamáveis, explosivos ou tóxicos. 
  • Frascos de líquidos acima de 100 ml, mesmo com pouco conteúdo. 

 

Como organizar seus frascos de viagem 

Se você costuma levar shampoo, hidratante, perfumes ou outros cosméticos, vale se organizar com antecedência. Veja algumas dicas. 

  • Invista em kits de frascos pequenos (vendidos em farmácias e lojas de viagem). 
  • Identifique os frascos com etiquetas para evitar confusão. 
  • Use o zip lock transparente exigido pelas novas regras para bagagem de mão. 
  • Leve apenas o essencial na mala de mão. Volumes maiores devem ser colocados na bagagem despachada.

 

 

Dicas extras para preparar sua bagagem de mão 

Viajar com tranquilidade depende de organização. Veja o que não pode faltar na sua bagagem de cabine. 

Documentos: passaporte, RG, cartão de embarque, seguro viagem e comprovantes. 

Eletrônicos: celular, notebook, carregadores e fones de ouvido. 

Itens pessoais úteis: uma troca de roupa, medicamentos de uso contínuo, kit de higiene básica. 

Atenção ao peso e tamanho: malas fora do padrão podem ser cobradas no embarque. 

 

O que levar na mala despachada 

A bagagem despachada é indicada para: 

  • roupas em maior quantidade; 
  • cosméticos e líquidos em frascos acima de 100 ml; 
  • itens não permitidos na cabine (como desodorantes aerossol grandes, tesouras, cremes volumosos). 

Atenção: sempre leve objetos de valor, documentos e eletrônicos na mala de mão. 

 

>> Leia também: Guia completo para viajar aos Estados Unidos 

FAQ – Perguntas frequentes sobre bagagem de mão

Qual o peso máximo da bagagem de mão?
Até 10 kg, mas é preciso respeitar as dimensões definidas pela companhia aérea.

Qual o tamanho correto de uma mala de bordo?
O tamanho padrão da mala de bordo no Brasil é de 55 cm de altura, 35 cm de largura e 25 cm de profundidade, com peso máximo de 10 kg, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Posso levar desodorante aerossol na bagagem de mão?
Sim, desde que em frascos de até 100 ml e dentro de um saco tipo ziplock. Versões maiores devem ser despachadas.

Posso levar remédios líquidos acima de 100 ml?
Sim, desde que acompanhados de receita médica e destinados ao uso durante o voo.

É permitido levar comida na bagagem de mão?
Sim, mas alimentos líquidos ou pastosos devem respeitar as regras de frascos de até 100 ml.

Posso levar notebook e eletrônicos na mala de mão?
Sim, mas eles precisam ser retirados no raio-X durante a inspeção.

Preciso de seguro viagem em voos nacionais?
Não é obrigatório, mas é altamente recomendado para garantir suporte em casos de acidentes, extravio de bagagem e problemas de saúde.

O seguro viagem é obrigatório em viagens internacionais?
Depende do destino. Em países que integram o Tratado de Schengen, como os da União Europeia, o seguro viagem é obrigatório para a entrada de turistas, com cobertura mínima exigida para despesas médicas. Recentemente, a Argentina também passou a exigir seguro viagem de turistas que desejam visitar o país.

Qual a melhor forma de me informar sobre os itens permitidos na mala de mão?
Sempre consulte diretamente a companhia aérea antes do voo. Ela é a responsável por informar as dimensões da bagagem, itens restritos e regras específicas.

O que fazer para evitar confusão no raio-X?
Organize líquidos em frascos de até 100 ml dentro do ziplock, retire eletrônicos da mala e mantenha documentos acessíveis. Isso agiliza a inspeção.

Com quanta antecedência devo chegar ao aeroporto?
Para voos internacionais, recomenda-se chegar com pelo menos 3 horas de antecedência, já que as filas podem aumentar por conta da fiscalização de bagagens. Nos voos nacionais, 2 horas antes geralmente são suficientes.

A importância do seguro viagem 

Mesmo seguindo todas as regras, imprevistos podem acontecer: voos cancelados, bagagens extraviadas, problemas de saúde durante a viagem. Por isso, ter um seguro garante suporte em situações que fogem do seu controle. 

Leve Omint Seguro Viagem na sua bagagem de mão 

O Omint Seguro Viagem é uma escolha confiável para quem busca proteção internacional com cobertura abrangente. O plano inclui: 

 

  • despesas médicas e hospitalares em caso de urgência e emergência; 
  • atendimento odontológico de urgência; 
  • cobertura para prática amadora de esportes como snowboard, mergulho e surfe; 
  • repatriação médica e funerária; 
  • acompanhamento de menores e idosos; 
  • cobertura para extravio de bagagem e cancelamento de viagem; 
  • atendimento 24h em português de qualquer lugar do mundo. 

 

Você também pode contar com uma central de atendimento especializada e rápida emissão da apólice. 

 

Antes de embarcar para qualquer destino internacional, contrate seu seguro com quem entende de cuidado e proteção. Com Omint Seguro Viagem, você tem uma viagem mais segura e com o suporte necessário. 

 

Como funciona o sistema de saúde na Europa?

Se você está planejando uma viagem para o Velho Continente, provavelmente já pesquisou sobre as paisagens, a história e a cultura de cada destino.

Contudo, antes de embarcar, vale a pena entender como funciona o sistema de saúde na Europa e o que isso significa para quem está apenas de passagem.

Por lá, a maioria dos países dispõe atendimento público de alta qualidade para residentes, mas essa realidade muda quando se trata de turistas.

Os custos e as regras de acesso variam bastante de um país para outro, mas a necessidade de ter um seguro viagem é unanimidade. Por isso, conhecer as condições pode ajudar a evitar surpresas e despesas nada agradáveis durante a sua estadia.

Quer entender melhor como funciona o sistema de saúde europeu? Continue a leitura!

Como funciona o sistema de saúde na Europa?

A Europa é conhecida por possuir sistemas de saúde modernos e bem estruturados, com investimento médio que representa cerca de 8,5% do PIB dos países europeus, conforme consta no relatório de Avaliação da eficiência do gasto público em saúde, do IPEA.

No entanto, vale ressaltar que essa alta qualidade beneficia prioritariamente os moradores. Para turistas, o acesso ao atendimento médico gratuito é limitado ou inexistente.

A saúde pública na Europa é, em sua maioria, organizada em sistemas universalistas, que oferecem atendimento médico gratuito ou a custo muito reduzido para cidadãos.

Para facilitar o atendimento emergencial a residentes de países membros da União Europeia, foi criado o Cartão Europeu de Seguro de Doença (EHIC), que permite acesso a cuidados essenciais durante estadias temporárias. Contudo, esse benefício não se estende a turistas de fora do bloco, como os brasileiros.

Por isso, quem viaja precisa arcar integralmente com custos hospitalares e consultas médicas, que podem ser exorbitantes.

Estima-se que uma simples consulta médica na Europa pode custar entre € 50 e € 200 (R$ 360 a R$ 1.260), enquanto para casos mais graves, como cirurgias, esse valor pode passar de R$ 50 mil.

Ou seja, sem um seguro viagem com cobertura internacional, o impacto financeiro de um problema de saúde pode chegar a dezenas de milhares de euros. E isso se torna um risco que nenhum viajante deve correr.

A seguir, veja como o sistema de saúde europeu funciona em alguns países como Alemanha, Inglaterra e Suíça.

Alemanha

Ao chegar à Alemanha, você pode ter acesso a dois tipos principais de sistema de saúde:

  • público (chamado de “gesetzliche Krankenversicherung” ou seguro estatutário);
  • privado (“private Krankenversicherung”).

Sistema público

É o mais comum e cobre a maior parte da população. Diferentemente do SUS no Brasil, não é gratuito, pois funciona por meio de contribuições mensais obrigatórias, calculadas com base na renda do cidadão.

Essas contribuições garantem acesso à ampla rede de médicos, hospitais e tratamentos de qualidade reconhecida.

Ou seja, você paga mensalmente para ter direito ao atendimento, mas não precisa desembolsar valores altos diretamente na hora do serviço.

O sistema público é obrigatório para a maioria dos trabalhadores que ganham até cerca de € 54.900 por ano.

Sistema privado

É uma alternativa para quem ganha acima desse limite ou para trabalhadores autônomos e servidores públicos.

Ele costuma oferecer serviços mais rápidos, maior conforto e opções extras, mas o custo varia conforme a idade, o estado de saúde e o plano contratado.

Diferentemente do sistema público, o valor da contribuição não é calculado pela renda, e sim pelos riscos e coberturas escolhidos.

Para turistas, é obrigatório contratar um seguro saúde internacional ou seguro viagem para cobrir eventuais despesas médicas durante a visita, pois eles não têm acesso direto ao sistema público ou privado alemão.

Inglaterra

Turistas brasileiros não têm acesso automático ao atendimento gratuito do NHS, o sistema público de saúde da Inglaterra.

O serviço oferece atendimento emergencial para estrangeiros, como socorro em ambulâncias e atendimento em hospitais para situações graves, mas, a partir do momento que o paciente é admitido pelo hospital, ele tem total responsabilidade pelos custos de tratamento.

Vale destacar que turistas que permanecerem por longos períodos, como estudantes ou trabalhadores temporários, podem ter direito ao NHS mediante comprovação legal de residência e cadastro no sistema.

O que é o NHS?

O National Health Service (NHS) é o sistema público de saúde do Reino Unido que inspirou o Brasil na criação do SUS. Proporciona atendimento médico gratuito à maioria dos residentes legais, financiado principalmente por meio de impostos.

Cobre desde consultas básicas até tratamentos hospitalares, sendo uma das maiores redes de saúde pública do mundo.

No entanto, esse serviço gratuito é exclusivo para residentes legais e não se aplica automaticamente a turistas ou visitantes temporários.

Suíça

A Suíça é o país da Europa que mais investe em saúde e reconhecida por seu sistema de saúde universal. Embora não seja um serviço público nem gratuito, disponibiliza planos obrigatórios que garantem acesso à assistência médica para todos os residentes.

Os planos básicos, no entanto, geralmente não cobrem tratamentos odontológicos nem terapias alternativas.

Pessoas com nacionalidade de países da União Europeia podem utilizar o Cartão Europeu de Seguro de Doença (EHIC) para acessar serviços de saúde na Suíça durante visitas de curta duração.

Já os turistas devem contratar um seguro viagem que tenha cobertura para acidentes e permita o atendimento no sistema de saúde local.

Além dos serviços médicos, turistas são responsáveis pelo pagamento integral dos medicamentos adquiridos nas farmácias.

É obrigatório ter seguro para viajar para a Europa?

Sim! Para a maioria dos países do Espaço Schengen, que inclui grande parte das nações europeias, é obrigatório apresentar um seguro viagem na entrada, especialmente para turistas e visitantes de curta duração.

Esse seguro deve cobrir despesas médicas e hospitalares de emergência, com cobertura mínima recomendada de € 30 mil. A exigência existe para garantir que visitantes tenham acesso a cuidados de saúde adequados sem gerar custos ao sistema público local.

Além disso, o seguro viagem deve oferecer proteção em caso de imprevistos, como:

  • repatriação;
  • cancelamento de viagem;
  • bagagens extraviadas;
  • entre outros.

Importante lembrar que o Tratado de Schengen é composto pelos países listados abaixo:

  • Alemanha
  • Áustria
  • Bélgica
  • Dinamarca
  • Eslováquia
  • Eslovênia
  • Espanha
  • Estônia
  • Finlândia
  • França
  • Grécia
  • Holanda
  • Hungria
  • Islândia
  • Itália
  • Letônia
  • Lituânia
  • Listenstaine
  • Luxemburgo
  • Malta
  • Noruega
  • Polônia
  • Portugal
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> Leia: Por que viajar de trem pela Europa?

Por que contratar um seguro viagem pode salvar sua viagem para a Europa?

Viajar para a Europa é uma experiência incrível, repleta de cultura, história e momentos memoráveis. No entanto, imprevistos são inerentes a qualquer pessoa e, sem a proteção adequada, podem transformar uma viagem tranquila em um verdadeiro pesadelo.

Por isso, contratar Omint Seguro Viagem é uma decisão essencial para quem quer segurança durante toda a estadia. Com ele, você tem as coberturas* detalhadas a seguir.

Extravio de bagagem

A cobertura garante indenização se sua bagagem for perdida, roubada ou danificada durante o transporte aéreo, desde que você comunique a companhia aérea imediatamente e obtenha o comprovante oficial.

Despesas médico-hospitalares e/ou odontológicas

Cobre despesas médicas e hospitalares emergenciais durante a viagem, como consultas, exames, internação e medicamentos, inclusive em casos de doenças preexistentes em situação de urgência.

Despesas farmacêuticas

Cobre o reembolso de medicamentos prescritos por médico durante a viagem, usados fora de hospital, relacionados a acidentes ou doenças súbitas.

Invalidez permanente total ou parcial por acidente

Garante indenização caso você sofra perda ou incapacidade total e definitiva de um membro ou órgão devido a acidente durante a viagem, comprovada por laudo médico.

Cancelamento de viagem

Cobre reembolso de despesas não reembolsáveis se você precisar interromper a viagem por doença grave, acidente, falecimento na família, notificação judicial ou quarentena determinada durante a viagem.

*Importante: verifique sempre coberturas, limites e condições detalhadas nas Condições Gerais e Especiais do seguro no momento da contratação para garantir total compreensão dos serviços oferecidos.

Conclusão

Conhecer como funciona o sistema de saúde na Europa e entender suas limitações para turistas é fundamental para evitar surpresas durante a viagem.

Afinal, um simples atendimento médico pode gerar custos altíssimos, capazes de comprometer todo o planejamento financeiro da sua estadia.

Por isso, contar com Omint Seguro Viagem é investir na sua proteção.

Com coberturas amplas, assistência especializada e suporte em situações de urgência e/ou emergência, você viaja com a certeza de que estará protegido diante de imprevistos, sejam eles despesas médicas, sejam até extravio de bagagem.

Assim, você aproveita cada momento pela Europa com foco total no que realmente importa: viver o hoje!

 

Referências:

  1. MELHORES DESTINOS. Seguro viagem para Europa: dicas e informações essenciais. Disponível em: https://www.melhoresdestinos.com.br/seguro-viagem-europa.html
  2. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA). Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/server/api/core/bitstreams/66617a31-8608-4ed5-be21-3a2409146fb3/content
  3. UNIÃO EUROPEIA. Cartão Europeu de Seguro de Doença. Disponível em: https://employment-social-affairs.ec.europa.eu/policies-and-activities/moving-working-europe/eu-social-security-coordination/european-health-insurance-card_pt
  4. ISTOÉ DINHEIRO. Como a Alemanha quer resolver crise no sistema de saúde mais caro da Europa. Disponível em: https://istoedinheiro.com.br/como-a-alemanha-quer-resolver-crise-no-sistema-de-saude-mais-caro-da-europa
  5. GO EASY BERLIN. Seguro saúde obrigatório na Alemanha. Disponível em: https://goeasyberlin.de/blog/informacoes/seguro-saude-obrigatorio/
  6. Ministério das Relações Exteriores. Viagem ao Reino Unido. Disponível em: https://www.gov.br/mre/pt-br/consulado-londres/viagem-ao-reino-unido
  7. INTERNATIONAL HEALTH. Sistema de saúde e seguro saúde na Alemanha. Disponível em: https://internationalhealth.com/pt/Sistema-de-Saude-e-Seguro-Saude/Alemania#como-funciona-o-sistema-de-saude-alemao-0
  8. G1 PARANÁ. Seguro viagem: veja perguntas e respostas sobre a modalidade que cresceu 68% no Paraná. Disponível em: https://g1.globo.com/pr/parana/economia/noticia/2023/07/19/seguro-viagem-veja-perguntas-e-respostas-sobre-a-modalidade-que-cresceu-68percent-no-parana.ghtml

Seguro viagem Argentina é obrigatório: entenda o que mudou para brasileiros em 2025

Se tem uma coisa que o tempo ensina é que o seguro viagem se tornou item indispensável. E agora, para quem vai curtir uma viagem para Argentina, o seguro viagem para Argentina é obrigatório.

A exigência foi anunciada em maio de 2025 pelo governo argentino e, desde então, todos os turistas precisam apresentar um seguro viagem internacional válido para entrar no país.

Neste conteúdo, você vai entender por que essa exigência foi adotada, quais são os documentos obrigatórios, o que deve conter na cobertura do seguro, os riscos de viajar sem ele e como garantir a contratação certa.

Acompanhe até o final para viajar com mais segurança, economia e tranquilidade.

O seguro viagem para a Argentina é obrigatório?

Sim, o seguro viagem passou a ser obrigatório para brasileiros que desejam entrar na Argentina. A medida foi anunciada pelo presidente Javier Milei como parte de um pacote de mudanças nas regras de imigração.

Agora, todo estrangeiro precisa comprovar que tem seguro de saúde com cobertura internacional para ser autorizado a entrar no país.

Essa exigência não é inédita no mundo: países da União Europeia, por exemplo, já aplicam regras similares há anos. A principal justificativa da Argentina é evitar gastos elevados com atendimento médico a estrangeiros, que, em 2024, ultrapassaram 114 bilhões de pesos argentinos (cerca de R$ 57 milhões) segundo o governo local .

Quais são as regras oficiais e quando entram em vigor?

O decreto foi anunciado em 14 de maio de 2025 e entrou em vigor em 29 de maio de 2025, após publicação no Diário Oficial argentino.

A partir dessa data, agentes de imigração poderão solicitar a apólice do seguro viagem ainda na alfândega, antes mesmo de o turista sair do aeroporto.

Importante destacar que a regra vale para todas as entradas, inclusive por terra. Ou seja, quem planeja viajar de carro também precisa estar com o seguro em mãos, além da tradicional Carta Verde.

Quem precisa contratar o seguro viagem?

A obrigatoriedade vale para todos os turistas estrangeiros, incluindo brasileiros, independentemente do motivo da viagem. Isso inclui viagens a lazer, negócios, estudos, eventos ou visita a familiares.

Ou seja, precisa de seguro viagem para Argentina em qualquer situação de turismo ou negócios.

Ficam isentos apenas:

  • cidadãos argentinos ou com dupla cidadania (desde que viajem com passaporte argentino);
  • diplomatas ou membros de organizações internacionais credenciados;
  • tripulantes de aviões e embarcações em serviço;
  • pessoas em trânsito que não saiam da área internacional dos aeroportos.

Quais coberturas são exigidas no seguro viagem para a Argentina?

Embora o decreto não defina o valor mínimo de cobertura, especialistas recomendam contratar planos com assistência médica de, no mínimo, USD 30 mil, alinhando-se ao padrão europeu.

As coberturas consideradas essenciais são:

  • atendimento médico e hospitalar de emergência;
  • internações e exames;
  • medicamentos prescritos;
  • repatriação médica e funerária;
  • atendimento odontológico de urgência.

Outros itens recomendados:

  • cobertura para covid-19;
  • seguro bagagem;
  • cancelamento ou interrupção de viagem;
  • assistência jurídica.

Como escolher o melhor seguro viagem para a Argentina?

Na hora de contratar o seguro viagem para a Argentina, vale a pena comparar as opções disponíveis em plataformas confiáveis e verificar:

  • valor da cobertura médica;
  • atendimentos incluídos no plano;
  • facilidade para acionar o seguro durante a viagem;
  • atendimento em português;
  • inclusão de esportes ou atividades que pretende realizar;
  • cobertura para condições preexistentes, se necessário.

Prefira seguradoras que já trabalham com emissão imediata da apólice e canais de atendimento 24 horas, como é o caso da Omint Seguros.

Quais são os documentos exigidos para entrar na Argentina?

Além do seguro viagem, outras exigências foram incluídas nas novas regras de imigração. Veja abaixo os principais documentos obrigatórios:

  • RG ou passaporte válido;
  • passagem de retorno ao Brasil;
  • comprovante de hospedagem (reserva de hotel ou carta-convite);
  • comprovante de recursos financeiros para estadia;
  • seguro viagem com cobertura médica internacional;
  • ausência de antecedentes criminais;
  • Carta Verde (para quem vai de carro).

O que mudou?

A comparação acima ajuda a visualizar quanto a entrada na Argentina ficou mais criteriosa e reforça a importância de se preparar com antecedência.

O que acontece se eu viajar sem seguro?

Segundo o decreto, quem não apresentar um seguro de saúde válido poderá ter a entrada no país negada.

Em alguns casos, será permitido contratar um seguro emergencial ainda no aeroporto, mas os custos podem ser bem mais altos.

Além disso, em casos extremos, o turista pode ser impedido de entrar e precisar retornar ao país de origem no mesmo voo, o que representa prejuízo financeiro e perda da viagem.

Quanto custa um seguro viagem para a Argentina?

O valor varia conforme a idade do viajante, duração da viagem e coberturas contratadas. De forma geral, os preços médios para planos com cobertura médica de USD 30 mil são:

  • 5 dias: R$ 50 a R$ 100;
  • 10 dias: R$ 100 a R$ 150;
  • 15 dias: R$ 150 a R$ 200;
  • 30 dias: R$ 200 a R$ 350.

Lembre-se: o custo do seguro é pequeno quando comparado ao impacto de uma emergência médica no exterior.

Posso usar o seguro do cartão de crédito?

É possível, mas é preciso verificar se o benefício cobre todas as exigências da nova regra.

Nem todos os cartões oferecem cobertura suficiente para despesas médicas e nem sempre emitem certificado com validade internacional, documento exigido na imigração.

Por isso, pode ser melhor optar por um seguro viagem com uma seguradora especializada no produto.

Viaje com segurança: conheça Omint Seguro Viagem

Com as novas exigências da Argentina, o seguro viagem é obrigatorio para todos os turistas. Ele garante suporte completo em situações de emergência, trazendo mais tranquilidade para a sua viagem.

O Omint Seguro Viagem é uma escolha confiável para quem busca proteção internacional com cobertura abrangente. O plano inclui:

  • despesas médicas e hospitalares em caso de urgência e emergência;
  • atendimento odontológico de urgência;
  • cobertura para prática amadora de esportes como snowboard, mergulho e surfe;
  • repatriação médica e funerária;
  • acompanhamento de menores e idosos;
  • cobertura para extravio de bagagem e cancelamento de viagem;
  • atendimento 24h em português de qualquer lugar do mundo.

Você também pode contar com uma central de atendimento especializada e rápida emissão da apólice.

Antes de embarcar para a Argentina, contrate seu seguro com quem entende de saúde e cuidado internacional. Com Omint Seguro Viagem, você garante uma viagem mais segura e com todo o suporte necessário.

Viajar preparado é viajar protegido.

Viagem com adolescentes: quais destinos escolher?

O período de férias chegou e você tem jovens em casa cheios de energia? Planejar uma viagem com adolescentes pode ser tão empolgante quanto desafiador.

Nessa fase da vida, os interesses mudam rápido, a necessidade de autonomia cresce e, por vezes, o tédio se torna um desafio após longos períodos dentro de casa. Inclusive, tratamos neste conteúdo em vídeo, sobre como os responsáveis podem se reconectar com essa geração, e viajar pode ser uma ótima opção.

Por isso, alinhar o destino às expectativas desse jovem, equilibrando diversão e momentos em família, pode resultar em uma viagem inesquecível para todos.

E você, sabe quais destinos combinam melhor com o estilo e os desejos dessa geração conectada, criativa e cheia de energia?

Neste conteúdo, vamos apresentar ideias de destinos que agradam aos adolescentes e dar dicas práticas para tornar a experiência mais leve, segura e divertida para todos.

Boa leitura!

O que adolescentes buscam em uma viagem?

Viajar está no topo das prioridades da Geração Z, de acordo com uma pesquisa da Booking.com:

  • 49% querem conhecer uma maravilha natural;
  • 44% buscam destinos com impacto positivo na comunidade local;
  • 38% têm vontade de visitar um parque temático;
  • 21% sonham com trilhas e aventuras ao ar livre.

Esse perfil mais consciente e explorador também aparece em um levantamento da VisualGPS, da Getty Images, divulgado pela CNN Brasil.

Segundo o estudo, 65% dos jovens preferem viajar para lugares menos turísticos, mas mais frequentados por moradores locais, mesmo que destinos populares ainda tenham peso na hora da escolha.

Desafios para entreter uma geração conectada

Hoje, com acesso rápido às redes sociais, como TikTok e Instagram, é fácil para adolescentes e pré-adolescentes assistirem a vlogs de viagem, fazerem tours virtuais e conhecerem museus, monumentos e pontos turísticos famosos.

Tudo pela telinha do celular, em poucos minutos.

A consequência é que isso cria um desafio para quem quer viajar com a família. Afinal, como entreter jovens que já viram praticamente tudo online?

Para conquistar a atenção dessa geração conectada, a viagem com adolescentes precisa oferecer um “quê” além do tradicional.

Experiências imersivas que envolvam aventura, emoção e participação ativa são o que realmente fazem a diferença em viagens para adolescentes. Pode ser um passeio cheio de adrenalina, uma atividade cultural interativa ou um momento para a família se divertir junta.

Por isso, se você está planejando uma viagem com filhos adolescentes, separamos algumas dicas de destinos para você se inspirar. Confira a seguir!

Destinos internacionais para viagem com adolescentes

Tóquio, Japão

Se você tem um adolescente fascinado por tecnologia, cultura pop asiática e experiências, Tóquio é uma explosão de estímulos e pode ser um destino incrível para a família!

Entre os principais pontos turísticos de Tóquio está a Tokyo Skytree, uma torre de 643 metros que é a maior do mundo e oferece uma vista incrível da cidade.

Outro lugar famoso é o cruzamento de Shibuya, que é o mais movimentado do mundo, cheio de gente passando de todos os lados. Perto dali, o bairro de Shinjuku tem uma das estações de trem mais movimentadas, cheia de lojas, restaurantes e bastante movimento.

Para quem curte cultura geek, Akihabara é o lugar ideal. Lá você encontra lojas de mangás, games antigos, cafés temáticos e muita gente fantasiada de personagens. Aos domingos, a rua principal fecha para os carros e vira um espaço só para pedestres aproveitarem as compras com calma.

Conheça mais sobre a cultura japonesa.

Zimbábue

Famoso pelas Cataratas Vitória, uma das maiores quedas d’água do mundo, o Zimbábue pode ser uma grata surpresa para a sua viagem em família.

O país, situado ao norte da África do Sul, ao sul da Zâmbia e entre Moçambique e Botsuana, oferece paisagens fantásticas e parques nacionais incríveis, onde é possível encontrar os mais famosos mamíferos africanos, como leões, zebras, hipopótamos e muitos outros animais.

Além do safari, ainda tem programação completa para quem gosta de aventura, como o rafting no rio Zambeze, tirolesa nas proximidades das cataratas e trilhas.

Se você quer uma viagem com adolescentes que misture emoção, natureza e experiências de ecoturismo, o Zimbabue é uma ótima escolha!

Galápagos

Se tem um lugar onde a teoria da escola ganha vida, esse lugar é o arquipélago de Galápagos. Para adolescentes interessados em biologia, meio ambiente e aventuras, essa viagem é um verdadeiro sonho.

Foi ali que Charles Darwin deu os primeiros passos para desenvolver sua famosa teoria da evolução e, hoje, é possível observar de perto tartarugas gigantes, iguanas marinhas e as aves que inspiraram uma revolução científica.

Além disso, Galápagos ainda oferece passeios de barco entre ilhas vulcânicas, snorkel em águas cristalinas com tartarugas e leões-marinhos, trilhas cercadas por paisagens surreais e muita natureza para ser descoberta em família.

Ilha de Jeju, Coreia do Sul

Se o intuito da viagem é estar cercado por natureza, mas fugir do óbvio, a Ilha de Jeju, na Coreia do Sul, é uma ótima escolha para uma viagem com adolescentes.

Para os adolescentes, a ilha oferece experiências únicas, como visitar o Parque Nacional Hallasan, que abriga o pico mais alto da Coreia do Sul, fazer trilhas que levam a vistas panorâmicas, explorar as cavernas de lava de Manjanggul.

Além disso, Jeju tem praias lindas para relaxar, além de opções de esportes aquáticos para quem quer um pouco mais de adrenalina. E a cultura local, com suas histórias e tradições, dá um toque especial à viagem, tornando-a ainda mais rica e inesquecível.

Montreal, Canadá

Se a ideia é fazer uma viagem com adolescentes para um lugar urbano e fora do óbvio, Montreal pode ser a escolha perfeita!

A cidade tem um clima jovem, muita arte de rua, cafés estilosos e eventos culturais acontecendo o ano todo.

Misturando influências francesas e canadenses, Montreal recebe pessoas de todo canto do mundo, principalmente adolescentes em intercâmbio educacional e famílias viajando para conhecer e descansar durante as férias.

No verão, os parques ficam cheios, rolam festivais de música e de comida de rua, e dá até para andar de bike por toda a cidade. Já no inverno, a cidade vira quase um cenário de filme com pistas de patinação, neve e mercadinhos natalinos super charmosos.

O bairro do Plateau Mont-Royal, é cheio de murais coloridos, lojinhas diferentes e sorveterias artesanais. Tem também o Biodôme, um espaço interativo com ecossistemas recriados, e o Planetário, que traz experiências imersivas sobre o universo.

Outro ponto alto é a cidade subterrânea, um enorme complexo de túneis e shoppings que conecta estações de metrô, lojas, galerias e restaurantes.

Apesar de ser uma cidade grande, Montreal tem um ritmo bem mais tranquilo do que outras metrópoles famosas.

Como tornar sua viagem com adolescentes mais tranquila?

Além da escolha do destino, alguns cuidados ajudam a tornar a experiência mais positiva:

  • envolva o adolescente no planejamento, pois isso aumenta o interesse e o senso de responsabilidade;
  • equilibre roteiro e descanso para evitar sobrecarregar com muitos compromissos por dia;
  • garanta internet de qualidade. Sim, eles vão querer postar e se comunicar com amigos;
  • leve em conta o fuso horário e o clima para ajustar expectativas e evitar irritações;
  • verifique documentação e vacinas com antecedência, principalmente em viagens internacionais com menores desacompanhados de um dos pais.
  • Lembre-se de contratar um seguro viagem que apoie em casos de imprevistos.

>> Confira, em vídeo, pontos de atenção sobre a saúde mental dos adolescentes.

Como o seguro viagem ajuda a curtir cada momento com proteção?

Entre roteiros, documentos e escolhas de passeios, tem um item que não pode faltar no planejamento de uma viagem com adolescentes: o seguro viagem. Afinal, imprevistos acontecem.

Com  Omint Seguro Viagem, você conta com uma central de atendimento própria, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Seja um mal-estar depois de experimentar uma comida nova, um cancelamento de viagem ou até o extravio de bagagem durante as conexões, você não precisa enfrentar isso sozinho.

Presente nos 5 continentes, a Omint oferece acesso a uma rede referenciada de excelência, garantindo que a sua família receba atendimento de qualidade em qualquer lugar do mundo.

Viajar com adolescentes é uma experiência cheia de descobertas e contar com Omint Seguro Viagem é garantir que o foco esteja nas memórias, não nos imprevistos.

Guia completo para viajar aos Estados Unidos: tudo o que você precisa saber antes de embarcar

Viajar aos Estados Unidos está no topo da lista de desejos de muitos brasileiros. Desde parques temáticos até centros históricos, roteiros de compras e belezas naturais, o país oferece atrações para todos os perfis de viajantes. Mas como aproveitar a viagem com segurança?

Neste guia, reunimos tudo o que você precisa saber antes de embarcar. Você vai entender quais são os documentos necessários para viajar, quanto custa uma viagem como essa, qual é a melhor época para visitar, além de conferir dicas práticas para evitar imprevistos e compreender por que o seguro viagem internacional é fundamental.

Vamos nessa? Boa leitura!

Por que os Estados Unidos continuam sendo o destino número um dos brasileiros?

Mesmo com o dólar em alta, o Brasil é o 4º país que mais envia turistas aos Estados Unidos, ficando atrás apenas do México, do Canadá e do Reino Unido, conforme levantamento realizado pela Viva América e divulgado com exclusividade para à CNN.

Não por acaso, essa alta demanda de pessoas visitando o país pode ser atribuída a diversas razões, que vão desde à forte influência cultural, cinematográfica e musical até grandes eventos futuros, como o Mundial de Clubes da FIFA, a Copa do Mundo de 2026 e as Olimpíadas em Los Angeles, em 2028.

Com tantas pessoas viajando para lá, é essencial manter toda a documentação em dia. Por isso, se você está planejando sua viagem aos Estados Unidos, confira agora quais são os documentos obrigatórios para entrar no país.

Documentos obrigatórios para viajar aos Estados Unidos

Antes de planejar os passeios ou fazer as malas, é fundamental garantir que sua documentação esteja em dia. Sem ela, o embarque nem começa. Por isso, esse passo merece toda a atenção.

Entre os requisitos para viajar aos Estados Unidos, dois documentos são indispensáveis para a entrada no país:

  1. passaporte válido: deve estar com validade de, no mínimo, seis meses.
  1. visto para o EUA: o mais comum é o B-2 (turismo), ou o B1/B2 (turismo e negócios). Para obtê-lo, o processo inclui:

Também é recomendado levar comprovantes de vínculo com o Brasil (emprego, renda, residência) no dia da entrevista.

Quem viaja com crianças precisa apresentar documentação adicional, como certidão de nascimento e, em alguns casos, autorização de viagem assinada pelos pais.

Para saber como tirar visto americano, é necessário contatar a Embaixada ou acessar o site e verificar a lista de documentos essenciais para o procedimento.

Quanto custa viajar para os Estados Unidos em 2025?

Saber o custo médio da viagem ao EUA ajuda a montar um planejamento financeiro mais realista e evita surpresas durante a estadia. Abaixo, listamos os principais gastos para que você possa calcular o investimento necessário.

Passagens aéreas

De R$ 3.000 a R$ 6.000 (ida e volta), dependendo da antecedência, companhia aérea e época do ano.

Hospedagem

Hotéis três estrelas: de R$ 500 a R$ 800 por dia.
Airbnb: alternativa econômica para grupos ou famílias.

Alimentação

De R$ 150 a R$ 300 por dia por pessoa.
Fast-food e mercados são opções mais acessíveis.

Transporte

Aluguel de carro: de R$ 200 a R$ 350 por dia (com seguro incluso).
Gasolina: cerca de US$ 1 por litro.

Passeios e extras

Ingressos para parques temáticos: variam de preço, mas podem custar a partir de US$ 100 por pessoa.
Museus e atrações gratuitas também estão disponíveis.

Seguro viagem para os Estados Unidos: por que é essencial?

Viajar aos Estados Unidos com segurança é uma prioridade, e isso inclui contratar um seguro viagem. Mesmo não sendo exigido na imigração, ele é fundamental para assegurar que você esteja protegido em caso de imprevistos.

Nos EUA, os custos com saúde são os mais altos do mundo. Uma consulta médica simples pode custar até US$ 500. Em casos mais graves, os valores ultrapassam US$ 10 mil por dia de internação.

O seguro viagem para os EUA oferece cobertura para:

  • atendimento médico e hospitalar;
  • consultas odontológicas;
  • extravio de bagagem;
  • cancelamento de viagem;
  • cobertura para gestantes de até 34 semanas e 40 anos;
  • regresso antecipado ou sanitário;
  • atendimento em português, 24h por dia.

Ter um seguro é, acima de tudo, uma forma de viajar aos Estados Unidos protegido.

Viajando em família: o que não pode faltar no planejamento

Férias em família são momentos especiais, mas também exigem mais organização. Quando crianças estão envolvidas, o cuidado com o roteiro e a estrutura da viagem aos Estados Unidos deve ser redobrado.

Antes de embarcar:

  • verifique a validade dos passaportes;
  • tenha os documentos impressos e digitais em uma pasta acessível;
  • prepare uma mala de mão com lanches, brinquedos e itens de conforto.

Durante a viagem:

  • prefira destinos com boa infraestrutura para crianças;
  • programe dias mais leves, com menos deslocamentos;
  • considere hospedagens com cozinha ou copa;
  • mantenha o contato do seguro viagem sempre à mão.

Melhores destinos para conhecer nos Estados Unidos em 2025

Com tantas opções, escolher um destino pode ser difícil. Para facilitar, separamos sugestões por perfil de viagem.

Para famílias

  • Orlando (Flórida): parques temáticos e outlets.
  • San Diego (Califórnia): praias e zoológico.
  • Washington, D.C.: museus gratuitos e história.

Para casais

  • Nova York (NY): cultura e gastronomia.
  • Chicago (IL): arquitetura e arte.
  • Napa Valley (CA): vinícolas e paisagens.

Para aventureiros

  • Yellowstone (Wyoming): trilhas e natureza selvagem.
  • Utah e Arizona: cânions e desertos.
  • Colorado: trilhas, neve e esportes radicais.

Quando ir? Entenda o clima e as estações nos Estados Unidos

Cada estação transforma o país de um jeito diferente. A melhor época depende do tipo de viagem que você deseja.

Quando ir? Entenda o clima e as estações nos Estados Unidos

A Flórida, por exemplo, é um destino para o ano inteiro. Já Nova York ou Chicago exigem mais preparo no inverno, com roupas adequadas e atenção à previsão do tempo.

Dicas práticas para uma viagem tranquila

Algumas atitudes simples podem tornar sua viagem mais segura e confortável. Confira as orientações que ajudam em cada etapa da jornada.

Segurança

  • Mantenha documentos e dinheiro em local seguro.
  • Evite andar com todos os cartões e passaporte.
  • Use lockers em hotéis ou aluguéis para guardar itens valiosos.

Imigração

  • Tenha os documentos organizados e acessíveis.
  • Responda com clareza e objetividade.
  • Anote o endereço da hospedagem para apresentar na entrada.

Conectividade

  • Compre um chip internacional ou eSIM.
  • Use apps como Google Maps, Uber, Yelp e Tradutor.

Pagamentos

  • Cartões de crédito são amplamente aceitos.
  • Leve uma quantia em espécie para emergências.
  • Cuidado com o IOF nas compras internacionais.

Para ir protegido, vá com Omint Seguros

Para viajar aos Estados Unidos, é fundamental ter alguém em quem confiar diante de imprevistos, e é exatamente para isso que estamos aqui: para ajudar você.

Omint Seguro Viagem é a escolha certa para quem valoriza excelência, atendimento humanizado e cobertura completa. Com ele, você conta com:

  • atendimento 24h no exterior, em português;
  • cobertura médica, odontológica e hospitalar;
  • suporte em caso de perda de bagagem, cancelamento de viagem, emergências e muito mais;
  • opções específicas para viagens em família, negócios ou lazer.

Não importa o destino: antes de embarcar, conheça o plano ideal para o seu perfil de viagem. Com a Omint Seguros, sua única preocupação será aproveitar cada momento.

Boa viagem!

Referências:

  1. Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil. Imigração familiar. Disponível em: https://br.usembassy.gov/pt/visas-pt/vistos-de-imigrante/imigracao-familiar.
  2. Governo do Paraná – Casa Civil. Obtenção de vistos. Disponível em: https://www.casacivil.pr.gov.br/Pagina/Obtencao-de-Vistos.
  3. CNN Brasil. Brasil é o 4º país que mais envia turistas aos Estados Unidos. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/brasil-e-o-4o-pais-que-mais-envia-turistas-aos-estados-unidos.
  4. Passageiro de Primeira. Como preencher o formulário para visto americano. Disponível em: https://passageirodeprimeira.com/como-preencher-formulario-visto-americano/.

Lugares românticos para viajar: 12 destinos internacionais inesquecíveis para casais

Viajar a dois é uma das formas mais bonitas de fortalecer laços, criar memórias e descobrir o mundo por outra perspectiva. Em datas comemorativas ou qualquer outra ocasião, escolher bem o destino faz toda a diferença. 

Neste conteúdo, reunimos 12 lugares românticos para viajar ao redor do mundo, organizados por perfis de casal. Assim, você pode encontrar o cenário ideal para a sua história, que pode ser repleta de aventura, tranquilidade, luxo ou conexão com a natureza.

Fique até o final e veja o que separamos para você. 

Para casais contemplativos: paisagens que falam por si

Alguns lugares parecem ter sido desenhados à mão, com cenários tão belos que convidam ao silêncio e à introspecção. São destinos ideais para casais que amam observar, conversar e caminhar sem pressa. 

Lago Tekapo, Nova Zelândia 

Lago Tekapo, Nova Zelândia 

Imagine um lago de água azul-turquesa, cercado por montanhas cobertas de neve e um dos céus mais estrelados do Planeta.

O Lago Tekapo é um refúgio perfeito para casais que buscam tranquilidade e significado em cada viagem. 

À noite, a observação das estrelas transforma a paisagem em um cenário quase místico. 

É o destino ideal para quem valoriza o silêncio compartilhado, caminhadas sob o céu infinito e a conexão com algo maior 

Hallstatt, Áustria 

Hallstatt, Áustria

Hallstatt é uma pequena vila pitoresca à beira de um lago espelhado, com casinhas coloridas e montanhas ao redor. No inverno, fica coberta por neve. No verão, floresce em tons pastel. 

O ritmo na vila é lento, e o tempo parece se esticar. Ideal para quem busca lugares românticos fora dos roteiros tradicionais e valoriza os detalhes da paisagem. 

Oia, Grécia 

Oia, Grécia

Em Santorini, o pôr do sol em Oia é um espetáculo diário. Com casinhas brancas e igrejas de cúpula azul, o vilarejo oferece uma vista cinematográfica sobre o mar Egeu. 

Caminhar pelas ruelas de pedra, provar a culinária grega e assistir ao sol desaparecer no horizonte torna a viagem inesquecível para qualquer casal. 

Para os apaixonados por aventura: emoção compartilhada

Se a sua história de amor tem adrenalina, trilhas e desafios como pano de fundo, esses destinos são ideais. Afinal, dividir uma aventura fortalece ainda mais o vínculo. 

Duna 45, Namíbia 

Duna 45, Namíbia 

Localizada no Deserto da Namíbia, a Duna 45 é uma das mais antigas do mundo. Subir até o topo ao nascer do sol exige preparo, mas a recompensa é uma vista de tirar o fôlego. 

A experiência é intensa e perfeita para quem vê a viagem romântica como uma jornada de superação e descoberta conjunta. 

Torres del Paine, Chile 

Torres del Paine, Chile

Essa reserva natural na Patagônia chilena é conhecida por ter trilhas desafiadoras, lagos glaciais e montanhas imponentes. Casais que gostam de trekking, frio e natureza bruta vão se encantar. 

Há opções de hospedagem rústicas ou luxuosas para quem quer conforto após o esforço. 

Aqui, a palavra “romântico” ganha o tom da conquista compartilhada. 

Queenstown, Nova Zelândia

Queenstown, Nova Zelândia

A capital da aventura é perfeita para casais que amam esportes radicais. Salto de bungee jump, esqui, passeios de jet boat ou trilhas deslumbrantes: tudo em um só lugar. 

Mas também há tempo para vinhos, spas e jantares com vista. É o equilíbrio entre adrenalina e afeto. 

Para os que buscam luxo e exclusividade: experiências únicas

Nem sempre luxo é sinônimo de ostentação. Às vezes, é sobre intimidade, conforto e experiências pensadas para dois. Esses destinos unem sofisticação e romantismo em cada detalhe. 

Turtle Island, Fiji

Turtle Island, Fiji

Com 12 praias privativas e bangalôs exclusivos, essa ilha é um refúgio completo e uma atração por si só.  

É para quem quer se desligar do mundo e se reconectar com o parceiro, num cenário de águas cristalinas, silêncio e privacidade. 

Ravello – Costa Amalfitana, Itália

Ravello – Costa Amalfitana, Itália

Menos movimentada que Positano, mas ainda mais charmosa e reservada, Ravello é o luxo em forma de vilarejo.  

No alto das montanhas da Costa Amalfitana, oferece hotéis boutique com vistas deslumbrantes, restaurantes estrelados e jardins históricos que parecem saídos de um sonho. Um destino ideal para casais que querem sofisticação com privacidade, longe das multidões. 

St. Moritz – Suíça

St. Moritz – Suíça

Famosa pelo turismo de inverno da alta sociedade europeia, St. Moritz combina pistas de esqui, spas com vista para os Alpes e uma rede hoteleira cinco estrelas irresistível.  

No verão, o lago que dá nome à cidade vira um espetáculo à parte, com passeios de barco, trilhas e muito romance. É uma experiência completa para casais apaixonados por elegância. 

Para os conectados à natureza: romantismo ao ar livre

Esses destinos oferecem ar puro, paisagens exuberantes e uma rotina desacelerada, ideal para casais que se sentem melhor em trilhas, praias desertas ou imersos no verde. 

Jardim Kenroku-en, Japão

Jardim Kenroku-en, Japão

Considerado um dos jardins mais bonitos do Japão, Kenroku-en muda de cenário conforme as estações. As cerejeiras na primavera, o verde profundo no verão e as folhas vermelhas no outono criam uma paleta viva de emoções. 

É um passeio contemplativo, cheio de beleza e com muitos cantinhos para fotos e conversas. 

Parque Nacional de Plitvice, Croácia

Parque Nacional de Plitvice, Croácia

Esse parque é um espetáculo de lagos, cachoeiras e passarelas de madeira. As trilhas são leves, e cada curva revela uma nova vista encantadora. 

É perfeita para casais que amam se perder na natureza sem renunciar à estrutura. Há pousadas e restaurantes nos arredores que completam o clima romântico. 

Parque Nacional de Banff, Canadá

Parque Nacional de Banff, Canadá

Nas Montanhas Rochosas, Banff é um dos destinos mais deslumbrantes para quem ama natureza.  

Lagos cristalinos, florestas densas, trilhas cinematográficas e até fontes termais tornam o local um refúgio romântico para casais que encontram conexão nas paisagens grandiosas e no silêncio da natureza. 

Ideal para quem quer desacelerar e viver momentos a dois com a imensidão como cenário.  

Um cuidado essencial para aproveitar tudo com tranquilidade

Não importa o estilo do casal: toda viagem exige planejamento e proteção. 

Por isso, incluir  Omint Seguro Viagem no roteiro é mais do que uma recomendação: é um passo essencial. Ele garante cobertura médica internacional, suporte em casos de extravio de bagagem e até para atividades esportivas amadoras. Tudo com atendimento 24h em qualquer lugar do mundo. 

Essa segurança permite que o casal se concentre no que realmente importa: viver o momento com leveza.

Agora vocês já podem fazer as malas e aproveitar.