O que é uma alimentação saudável e como posso começar a construí-la?

As discussões sobre hábitos benéficos ao corpo e ao bem-estar progrediram muito nos últimos anos. E isso é ótimo! São diversas as práticas – nada complexas – que podem auxiliar qualquer pessoa a manter a boa qualidade de vida. E alimentar-se bem faz parte dos principais pilares da saúde, que também envolvem o sono, a atividade física e a saúde mental.

A princípio, isso pode não parecer uma grande novidade. Afinal, a informação de que precisamos de uma alimentação rica e uma dieta equilibrada, com fonte de proteínas, verduras e legumes, já é muito difundida. Mas você já parou para pensar por que isso é tão importante e como é possível aplicar na sua vida?

Por isso, além das escolhas alimentares ideais, nesse texto iremos falar sobre:

Vamos lá? Fique até o final e confira!

O que é uma dieta equilibrada?

Ao ouvir essa expressão, muitas pessoas pensam em dietas regradas e complexas, onde só é permitido comer saladas e alimentos muito específicos. Algumas vão para outro extremo ainda pior: cogitam dietas milagrosas – com promessas de perda de gordura ou ganho muscular extremamente acelerado – que podem ser frustrantes, pois nunca entregam os resultados esperados.

Na verdade, a dieta equilibrada é construída a partir da ingestão de alimentos que sejam capazes de suprir as demandas do nosso organismo. Essas carências podem ser diversas, porque o organismo precisa de energia e inúmeros nutrientes, e cada um deles pode ter uma função diferente no nosso corpo.

Por isso, a alimentação saudável é um hábito construído com tempo e dedicação, dada a sua importância integral para a vida, e não apenas um conjunto de regras que dura por determinado período de tempo. Precisa ser um estilo de vida.

Quando abraçamos um estilo de vida saudável com uma dieta equilibrada, garantimos ao nosso corpo os insumos necessários para o seu funcionamento, sem impor grandes limitações em nossa rotina.
Precisamos lembrar que comer é um ato prazeroso e necessário à vida. Por isso, encontrar o equilíbrio é tão primordial. É necessário encontrar a dieta mais adequada para você, na qual caiba a sua forma de se alimentar.

Além disso, quando tornamos a dieta equilibrada em hábito, é mais fácil mantê-la a longo prazo. Podemos adequá-la para nossos gostos e rotina, sem restrições. O conceito de dieta equilibrada se torna algo muito pessoal, porque cada um tem as próprias necessidades e desejos. Aliás, pode variar até mesmo entre cada cultura.

Encontrar uma dieta equilibrada para você é também um caminho de autoconhecimento, pois permite que você entenda as necessidades do seu corpo e consiga encaixar na sua alimentação tudo que lhe dá prazer. Afinal, quem não gosta de poder se reunir com os amigos para comer uma pizza e tomar um vinho, por exemplo? Faz parte da vida!

 

A relação entre alimentação e saúde

Pensando que a alimentação saudável é essencial para que o corpo funcione corretamente, começamos a entender porque comer bem é também um ato de cuidado.

Além de interferir nas nossas reservas energéticas e na absorção de nutrientes, a alimentação influencia em todos os nossos órgãos, inclusive no cérebro. Que uma dieta desregulada diminui a qualidade de vida não é novidade, mas é preciso entender que ela afeta tudo. Afinal, o combustível para o nosso corpo está nos alimentos, e eles precisam ser muito bem escolhidos.

A má alimentação pode acarretar:

• baixa imunidade;
• piora no ciclo do sono e na concentração;
• doenças como infarto, diabetes, derrame e até mesmo câncer;
• letargia e piora no humor;
• perda de músculos;
• perda ou ganho de gordura;
• dores de cabeça;
• mau funcionamento intestinal;
• alteração nos níveis hormonais.

 

Leia também:  Higiene do sono e Os 4 pilares da saúde e como mantê-los em harmonia

 

Seja qual for o objetivo do momento – perder peso, ganhar músculos, baixar o colesterol, entre outros –, a alimentação será o pilar principal, porque é por meio dela que serão fornecidos todos os nutrientes necessários para o corpo. Por isso, não é exagero falar que as escolhas alimentares interferem muito na rotina de qualquer pessoa.

 

Como ter uma alimentação saudável

Se você já está pensando naquela tabela de valores nutritivos que fica atrás da embalagem de alguns produtos, vamos com calma. Isso também é importante, mas é preciso olhar além.

Antes de tudo, precisamos entender os cinco critérios da alimentação saudável de acordo com o Ministério da Saúde: acessibilidade, sabor, variedade, harmonia e coloração.

 

Acessibilidade

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a alimentação adequada não precisa ser cara. Para que seja possível manter uma dieta rica em nutrientes e melhorar a qualidade de vida, os alimentos não devem pesar nem no organismo, nem no bolso.

 

Sabor

A melhor maneira de convencer alguém a se alimentar bem no dia a dia é com alimentos saborosos. Se não conseguirmos aproveitar o que estamos comendo, é muito provável que abandonemos os novos hábitos em prol dos antigos. Reforçando: uma alimentação saudável precisa ser um hábito e, para isso, não pode ser desconfortável ou desagradável.

 

Variedade

Lembra que comentamos como o nosso organismo tem várias demandas para poder funcionar bem? Então, é difícil imaginar que um só tipo de alimento seria capaz de suprir todas, não é mesmo? Por isso, a dieta equilibrada precisa ser variada e contar com diferentes tipos de alimentos que ofereçam carboidratos, proteínas, vitaminas e afins. A melhor maneira de fazer isso é procurando um nutricionista, que pode auxiliar você a montar um plano especial de acordo com as suas necessidades e objetivos.

O segredo é o equilíbrio. Com frequência alguns alimentos são visto como os grandes vilões da alimentação e, com isso, muitas pessoas podem sentir culpa ao ingeri-los. No vídeo abaixo, a Dr.ª Lara Natacci fala sobre terrorismo nutricional e como evitar que isso prejudique a sua relação com a comida:

Harmonia

Harmonia é manter o equilíbrio entre quantidade e qualidade. Ninguém gosta de comer e ainda se sentir com fome, certo? Por isso, o ideal é garantir uma boa relação entre a quantidade de alimentos e a sua qualidade nutritiva. É necessário entender os sinais do nosso corpo, como saciedade e fome.
Coloração

Um prato colorido é rico em diferentes fontes de nutrientes. Os especialistas dizem que quanto mais colorido o prato, melhor. Além disso, eles são mais atraentes e instigantes, facilitando a manutenção da alimentação saudável.

Entendendo esses pontos, fica muito mais fácil começar a pensar e buscar uma boa dieta para o nosso organismo. Além disso, é muito importante conhecer a pirâmide alimentar. Essa é uma opção muito útil que organiza diferentes tipos de alimento – massas, frutas, verduras e legumes, por exemplo – com as quantidades e porções ideais.

É claro que essas quantidades podem variar de pessoa para pessoa, de objetivo para objetivo, e devem ser avaliadas por um nutricionista. Mas, para que você possa conhecer, veja abaixo a pirâmide alimentar geral.

 

Higiene dos alimentos é imprescindível!

Outro ponto essencial é a higienização e a preparação dos alimentos. É primordial saber escolher, preparar e conservar qualquer tipo de comida. Além disso, cuidados e higiene pessoal também são essenciais durante a preparação e a ingestão. Lavar as mãos para comer ou preparar uma refeição e higienizar os alimentos antes de ingeri-los é importante para que não haja contaminação provenientes do ambiente.

 

Escolhendo os alimentos

Uma sugestão geral é sempre preferir produtos naturais, ou seja, aqueles não processados. Já ouviu aquela famosa frase “descasque mais, desembale menos?” Então! Você deve colocá-la em prática sempre que possível. Muitas vezes, é inevitável recorrer a produtos processados ou industrializados. Nesses casos, o ideal é evitar grandes quantidades ou o consumo frequente. Com alimentos ultraprocessados, como salsicha, congelados em geral e salgadinhos, o cuidado deve ser redobrado.

Em relação a frutas, verduras e legumes, o ideal é sempre escolher aqueles que estão em temporada. Além de estarem mais baratos, também são mais frescos. E você, sabe como escolher bem frutas, legumes e verduras na feira ou no supermercado?

No vídeo abaixo, a nutricionista credenciada Omint Dra. Lara Nataci explica como avaliar alimentos e se devemos consumi-los após a data de validade:

 

Preparando os alimentos

O primeiro ponto a sempre estar atento é a higienização apropriada das mãos e dos materiais que serão utilizados. A falta de cuidado com esses fatores pode prejudicar a saúde de todas as pessoas que forem se alimentar, uma vez que os produtos podem estar contaminados com algum tipo de micro-organismo.

As frutas e verduras devem ser propriamente higienizadas com água filtrada para garantir a eliminação de quaisquer micro-organismos na sua superfície. Além disso, o cozimento auxilia a eliminar larvas de parasitas que podem causar doenças nos seres humanos. Por isso, principalmente ao consumir carnes, certifique-se de cozinhá-las bem.

 

Conservando os alimentos

Nesse caso, o recurso mais importante ainda é o olfato e a visão. Alimentos que não estão bons para ingestão costumam ter um odor muito forte e às vezes até cores diferentes.

No caso de alimentos que vêm embalados, o estado de conservação dos pacotes é outro importante indicativo. Não consuma nada que venha em embalagens enferrujadas, amassadas, violadas ou estufadas. E, é claro, verifique sempre a data de validade antes de ingerir algo.

 

A importância da hidratação

A água também faz parte da alimentação! Seu consumo é essencial para o organismo humano, e algumas das suas funções são:

• regular a temperatura;
• auxiliar nos processos de digestão e absorção de nutrientes;
• transportar substâncias;
• eliminar resíduos por meio da urina;
• promover a elasticidade da pele.

E aqui estamos apenas resumindo os benefícios da água para o nosso corpo, hein? Inclusive, já se hidratou hoje? Que tal pegar um copo de água enquanto termina de ler o texto?

Vários alimentos podem auxiliar em uma hidratação correta, como o pepino, a melancia, o tomate, a abobrinha, entre outros – todos são muito ricos em água.

Assim como a dieta equilibrada, a hidratação deve ser um hábito, principalmente no verão ou durante atividades físicas, levando em consideração que nesses momentos perdemos água facilmente.

Entenda: não devemos beber água apenas quando sentimos sede, porque isso pode ser um sinal de que o organismo está ficando desidratado. Para ajudar a manter esse hábito, além dos alimentos já mencionados, água de coco e suco de frutas naturais também são ótimos aliados para a hidratação.

A falta de água no corpo pode causar diversos problemas. Um dos mais comuns e conhecidos são as “pedras” nos rins, que se formam pelo excesso de sais e minerais não eliminados na urina, e são muito dolorosas. A boa notícia é que é fácil evitá-las: mantenha-se hidratado!

Lembre-se: a alimentação saudável é vital, mas só funciona em um organismo que também é muito bem hidratado. Além disso, é importante sempre fazer exercícios físicos, mesmo que leves, e cuidar da saúde mental.

Esperamos que este texto tenha ajudado a dar o ânimo que faltava para conquistar novos e melhores hábitos alimentares. Conte sempre com a ajuda de um profissional especializado para que ele possa auxiliar você nessa caminhada.

Principais doenças respiratórias no inverno: o que você precisa saber sobre elas

A chegada das estações mais frias do ano, principalmente o inverno, causa o aumento no número de casos de infecções e inflamações do sistema respiratório e até mesmo de obstrução das vias aéreas. Isso acontece sobretudo porque a baixa umidade do ar, somada às alterações bruscas de temperatura, leva à alta concentração de poluentes na atmosfera, reduzindo o mecanismo de defesa do organismo.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que as doenças respiratórias e alergias atingem, respectivamente, cerca de 25% e 30% da população mundial. Neste artigo, vamos explorar o que são essas doenças, quais as mais comuns, suas causas, sintomas e como evitá-las. Confira!

Doenças respiratórias: o que são?

As patologias respiratórias, como o próprio nome indica, afetam o aparelho respiratório. Isso inclui vias nasais, laringe, faringe, traqueia, brônquios, diafragma, alvéolos e pulmão. São causadas por fatores genéticos ou externos, conforme iremos mostrar ao longo do texto.

O quadro da doença pode ser agudo ou crônico, dependendo do tempo de duração e de tratamento.

Agudo: surge rapidamente e dura menos de três meses. O período de tratamento também é curto.

Crônico: tem início gradual e se prolonga por mais de três meses, podendo acompanhar o paciente pelo resto da vida. Necessita de tratamento por longos períodos.

É importante se atentar aos sintomas e receber os cuidados médicos corretos para evitar que esse quadro se agrave.

Neste vídeo com o pneumologista Dr. Ricardo Teixeira, saiba mais sobre um sintoma comum das doenças respiratórios, a tosse:

Quais as doenças respiratórias mais comuns no Brasil?

Muitas vezes esses distúrbios apresentam sintomas semelhantes, o que acaba gerando confusão. Por isso, elencamos aqui os principais.


Doenças respiratórias crônicas

Asma: afeta os pequenos canais de ar dos pulmões, chamados bronquíolos. Quando inflamados, eles geram inchaço na região e dificultam a passagem de ar. Os principais sintomas das crises asmáticas são chiados no peito, dificuldade para respirar, fadiga, falta de ar e tosse sem catarro.

Pode ser causada por fatores hereditários ou ambientais. Para que a doença se manifeste no indivíduo, é necessário que haja pré-disposição genética e exposição a fatores como poluição e fumaça de cigarro.

 

>> Descubra aqui as principais informações que você precisa sobre a asma.

 

Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas (DPOC): conjunto de doenças pulmonares como enfisema (inflamação que enfraquece os sacos alveolares) e bronquite crônica (inflamação dos brônquios) que bloqueia a passagem de ar para os pulmões. É uma das condições pulmonares mais sérias, por isso merece bastante atenção. Seus principais sintomas são tosse com catarro persistente há mais de três meses e falta de ar. As DPOC estão relacionadas ao tabagismo e à exposição prolongada a produtos químicos.

Rinite crônica: afeta a mucosa do nariz e pode ser alérgica ou não. A inflamação é desencadeada ou agravada diante do contato com alérgenos, como ácaros, partículas de poeira doméstica, fungos, pelos de animais e pólen. Perfume, fumaça de cigarro, clima seco e estresse emocional são outros fatores que podem desencadear a rinite. Coceira no nariz, coriza, espirros, nariz entupido e tosse seca estão entre os principais sintomas.

Sinusite crônica: é a inflamação dos seios da face, cavidades ósseas localizadas na região ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos, provocando inchaço e impedindo a drenagem do muco. Causada por processos infecciosos ou alérgicos, pode levar à obstrução das vias respiratórias por secreções esverdeadas ou amareladas, o que dificulta a respiração. Os sintomas da sinusite crônica persistem por mais de três meses e envolvem dores na cabeça e na face, nariz entupido, dor de garganta, tosse e secreção nasal.

Tuberculose: causada pela bactéria bacilo de Koch, é altamente contagiosa e afeta o pulmão. Dependendo da gravidade, pode chegar aos rins, aos ossos e até mesmo ao coração. Os principais sintomas da doença são tosse há mais de três semanas, tosse com sangue, febre, suor noturno, dor para respirar, falta de ar e perda de peso. Há casos em que a pessoa está infectada, mas não apresenta sintomas.


Doenças respiratórias agudas

Bronquite aguda: assim como a bronquite crônica, acontece com a inflamação dos brônquios. Causada por vírus, tem menor duração e seus sintomas se confundem com os de gripe e resfriado, como coriza, febre e tosse.

Covid-19: causada pelo vírus SARS-CoV-2, pode levar à manifestação de sintomas até 14 dias após a infecção. Após as vacinas, os sintomas de Covid se apresentam como cansaço, coriza, diarreia, dor de garganta, dor de cabeça, dores musculares, dor abdominal, espirros, falta de ar e febre. Pode haver perda de paladar e olfato.

 

>> Aqui você tem mais informações sobre o coronavírus.

 

Gripe: bastante conhecida, é uma doença causada pelo vírus influenza e tem início rápido. Coriza, dor de cabeça, dor de garganta, dores nas articulações e músculos, febre e mal-estar geral são os sintomas mais comuns e tendem a desaparecer entre 7 e 10 dias.

Faringite: é uma inflamação da faringe, região do fundo da garganta responsável por conectar o nariz e a boca à laringe e ao esôfago, e pode ser causada por bactéria ou vírus. Seus principais sintomas são: febre, dificuldade para engolir e dor de garganta.

Laringite: inflamação da laringe, órgão que conecta a faringe à traqueia. Pode ser provocada por uma infecção viral das vias aéreas superiores, excesso de esforço vocal ou inalação de alérgenos. Causa rouquidão na voz e pode levar a tosse e dor de garganta.

Pneumonia: infecção que atinge os alvéolos pulmonares e pode afetar um ou os dois pulmões. É causada por vírus, bactérias, fungos ou reações alérgicas. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas pode-se observar febre alta, calafrios, dor torácica, falta de ar, tosse com catarro e mal-estar.

Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA): é resultado do acúmulo de líquido nos alvéolos pulmonares, o que compromete a oxigenação sanguínea. Acomete principalmente pacientes com doenças pulmonares muito avançadas e hospitalizados. Pode surgir também em vítimas de acidentes graves como afogamento ou em pessoas que tenham sofrido ferimentos na região do tórax ou inalação de gases tóxicos. Causa falta de ar intensa e pode impossibilitar a respiração sem a ajuda de equipamentos hospitalares.

Vale lembrar que doenças respiratórias agudas podem evoluir para quadros crônicos se não receberem o tratamento adequado.

Confira em vídeo sobre detalhes do contato com o vírus da gripe:

Por que há maior incidência dessas patologias no inverno?

Durante o outono e o inverno, ocorre a inversão térmica, ou seja, uma camada de ar frio mais pesada desce à superfície, aumentando a retenção de poluentes. O ar frio também é um fator irritante para as vias aéreas, o que leva a sintomas alérgicos como coriza e falta de ar. Esse cenário, junto às oscilações bruscas de temperatura, favorece a maior circulação de vírus e bactérias, influenciando a proliferação de doenças respiratórias agudas e crônicas.

 

Como prevenir essas doenças?

Ao longo do texto vimos que determinados fatores podem contribuir para o desencadeamento de problemas no sistema respiratório. Mesmo os quadros crônicos permitem que o paciente leve uma vida normal, desde que se tome os devidos cuidados. Algumas atitudes simples, elencadas abaixo, podem ajudar você a se proteger e se prevenir.


Lave bem as mãos:
a higienização correta e constante das mãos é essencial para eliminar contaminantes e agentes alérgicos que poderiam entrar em contato com boca, olhos e nariz, facilitando a transmissão de doenças.

Hidrate-se: a ingestão de bastante água ajuda a manter a hidratação do organismo e é uma forma de prevenção contra gripes, resfriados e alergias.

Evite inspirar pela boca: o nariz funciona como um grande filtro de impurezas e é responsável por aquecer o oxigênio, assim evita a ação de substâncias nocivas à saúde.

Alimente-se bem: a queda na imunidade facilita o contágio por doenças respiratórias. Para aumentar a imunidade, uma boa alimentação é sua melhor aliada. Invista em frutas, vegetais, sementes e frutos secos. Alho e gengibre também são interessantes de serem incorporados na dieta.

Mantenha os ambientes arejados: janelas abertas ajudam na circulação e na renovação do ar, reduzindo a presença de vírus e bactérias que ficariam concentrados em ambientes pouco ventilados. Não se esqueça também de que a limpeza constante da casa é essencial para evitar o acúmulo de poeira e eliminar ácaros, que são causadores de várias doenças respiratórias alérgicas;

Atente-se à umidade do ar: ar com pouca umidade resseca as mucosas, facilitando a entrada e a proliferação de micro-organismos. Por isso, utilize baldes de água, umidificadores ou vaporizadores para manter as vias aéreas hidratadas.

Insira a lavagem nasal na sua rotina: feita com soro fisiológico, a lavagem garante que ele esteja sempre limpo, eliminando bactérias ou outros agentes invasores;

Atualize sua carteira de vacinação: as vacinas atuam na prevenção e amenização de infecções respiratórias como gripe, Covid-19 e pneumonia.

Agora que você já sabe mais sobre as doenças respiratórias, é importante relembrar a importância de procurar um médico logo que os sintomas se manifestarem. Assim o especialista irá investigar o caso, realizar exames físicos, laboratoriais e imagéticos para realizar o diagnóstico e recomendar o melhor tratamento.

 

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Queda de cabelo: conheça as principais causas e tratamentos

Perder os fios de cabelo é um processo natural do nosso corpo, mas pode se tornar um problema se isso acontecer em excesso, causando até mesmo baixa autoestima. Você já passou por esse problema? Vamos conferir um pouco sobre o que é , quais as principais causas e quando você deve buscar ajuda. Acompanhe o texto até o final e tire suas dúvidas!

Por que o nosso cabelo cai?

Sinal de cabelo caindo pode ser um alerta, mas nem sempre pode estar ligado a algum tipo de problema. Todos os dias há uma queda normal de mais ou menos 60 a 100 fios, e isso é completamente normal.

Aquele cabelo que sai na sua escova ou durante o banho não deve ser uma preocupação se não estiver em grande volume. É um processo fisiológico, pois no couro cabeludo há fios novos, em crescimento e os que vão acabar eventualmente caindo, como forma de renovação e substituição – como outras células da nossa pele, por exemplo.

A queda capilar ainda pode ser chamada por alopecia, que é exatamente a condição da perda de fios de cabelos (ou até mesmo pelos), que pode ser classificada em alguns tipos. Vamos conferir mais abaixo neste texto.

 

Quais são os motivos da queda de cabelo?

Avaliar a queda capilar pode ser mais difícil do que parece. Existem diversas causas para que ela se acentue, como:

– estresse;
– problemas genéticos;
– realização de cirurgias;
– desequilíbrios hormonais;
– envelhecimento;
– falta de vitaminas e minerais.

Além disso, pessoas que fazem tratamentos de saúde como quimioterapia ou utilizam muitos produtos químicos no cabelo, também podem apresentar queda mais severa.

Para que a gente consiga visualizar melhor cada situação, vamos checar as principais causas mais a fundo.

 

1. Estresse

O estresse em excesso pode ser hoje um dos fatores mais comuns para a queda acentuada de cabelo. O excesso de tarefas com as quais as pessoas precisam lidar ao mesmo tempo pode levar a uma jornada dupla ou tripla de trabalho, e isso acaba levando a um quadro de exaustão que aumenta os níveis de cortisol no sangue, afetando a absorção de nutrientes e, logo, o ciclo capilar.

Ainda dentro desse espectro, podemos citar que doenças muito graves, cirurgias, como cirurgia plástica ou parto, mudanças hormonais drásticas e outros eventos de muito impacto também podem elevar o nível de estresse, causando a queda em maior volume.

Nesses casos, é possível observar a mudança na queda dois ou três meses após o evento. Por isso, é importante ficar atento.

 

2. Fatores hereditários

A queda capilar também pode ser genética. Os genes causadores da queda são os mesmos em homens e mulheres, apesar de se manifestarem de formas diferentes. No homem, a queda pode ser mais visível, acontecer antes dos 35 anos e ainda de forma muito mais acelerada do que nas mulheres.

Alguns dados mostram que, se apenas um dos pais possui o problema, a chance do filho desenvolvê-lo é de 50%. Caso os dois sofram, esse número pode subir para 75%. Também é preciso levar em consideração a carga genética dos avós, que também podem influenciar.

Apesar de as chances serem altas, o fator genético não é a certeza de que a calvície acontecerá. Afinal, outros fatores podem influenciar, como hormônios e envelhecimento.

 

3. Utilização de alguns tipos de medicamentos

A queda capilar também pode estar interligada com a utilização de algumas classes de medicamento, como:

– anticoncepcionais;
– antidepressivos;
– ansiolíticos;
– estabilizadores de humor;
– remédios quimioterápicos.

A utilização dessas medicações pode influenciar no ciclo capilar, fazendo com que a queda fique mais acentuada também. Caso você tome algum tipo das medicações citadas, é interessante consultar o seu médico para saber os níveis de risco de cada uma delas, uma vez que podem agir de formas diferentes em cada pessoa, acentuando bastante a queda ou somente um pouco.

 

Alopecias podem ter causas diferentes

Apesar de o nome alopecia ser a descrição da condição da perda de cabelos, ou até mesmo pelos, ela possui classificações diferentes e pode acontecer por motivos diferentes também. Vamos ver!

Alopecia androgenética: é a calvície já citada anteriormente, que pode acometer homens e mulheres. Nas mulheres afeta mais a região central da cabeça, enquanto nos homens esse padrão acontece mais nas entradas e no topo.

Alopecia areata: nesse caso, é considerada uma doença autoimune, pois as próprias células de defesa atacam as células dos folículos capilares, causando falhas em formatos arredondados na cabeça.

Ainda existem outros tipos de alopecia, mas podem ser mais raras.

 

Quais os tratamentos para queda de cabelo?

Até agora, você conferiu as principais causas de queda de cabelo e alguns nomes para classificar os tipos de alopecia. Para começarmos a falar de tratamentos, a primeira coisa a ser feita é descobrir o tipo de alopecia que você possui e quais são as possíveis causas.

É essencial que você busque por um dermatologista ou tricologista, médico especializado para tratar a saúde do cabelo, para que ele indique qual a melhor opção de tratamento para você.

Vale ressaltar que mesmo para alopecias em que não há cura e são permanentes, existem tratamentos que auxiliam a minimizar a situação. Em alguns casos, podem ser usadas medicações e suplementos. Em casos mais graves, ainda é possível recorrer a implantes.

Buscar o tratamento o mais cedo possível também pode auxiliar na eficácia do mesmo.

 

É possível prevenir a queda de cabelo?

Quando há o fator genético, não há nada que se possa fazer em relação a isso. Em contrapartida, sabemos que nem somente o fator genético pode desencadear a calvície, pois outros hábitos também podem acabar influenciando na condição.

Além de contar com tratamentos que conseguem amenizar a condição, também é recomendado, por exemplo, evitar tratamentos capilares muito agressivos, para que não haja nenhum dano aos folículos capilares.

E não deixe faltar vitaminas e minerais em sua alimentação. Coma de forma balanceada e pratique exercícios físicos – uma recomendação que vale para você manter a sua saúde em geral.

 

Como eu sei que minha queda de cabelo é patológica?

O primeiro passo é sempre procurar um profissional capacitado para entender o seu problema. Mas, para que você chegue até isso, é necessário observar o comportamento da queda.

Porém, avaliar se a queda é excessiva ou não por algum dos fatores citados pode ser difícil pelo volume de cabelo, que pode variar muito. Por exemplo, é normal a queda entre 60 a 100 fios por dia, porém, em termos de volume, isso pode variar muito de quem tem um fio mais comprido para quem tem um fio mais curto. O ideal é observar se seu couro cabelo tem ficado com mais falhas ou se a queda está anormal, okay?

Para confirmar se há mesmo o diagnóstico de alopecia, procure sempre um profissional.

E aí, conseguiu entender um pouquinho melhor sobre como funciona essa condição? A Omint possui dermatologistas e tricologistas que podem auxiliar nesse problema caso você identifique que algo não está certo com a sua queda de cabelo.

Sendo temporária ou não, o tratamento é importante para que você melhore a sua qualidade de vida e mantenha a autoestima em dia. Cuide-se!

Os 4 pilares da saúde e a importância de mantê-los em harmonia

Você pode achar que manter uma vida saudável tem sido cada vez mais difícil, e talvez realmente esteja certo. Com o avanço exponencial da tecnologia nos últimos anos, muitas situações quase não exigem esforço: comidas práticas e rápidas, acesso de carro para todos os lados, trabalho no escritório por pelo menos 8 horas por dia sem precisar se levantar.

Pode ser que estejamos falando exatamente da sua realidade, e o problema é que ela pode trazer consequências desagradáveis em curto, médio e longo prazo.

Quando falamos de saúde, precisamos entender que o termo abrange uma série de pilares da nossa vida, que precisam estar em equilíbrio para termos melhor qualidade de vida. Para falar mais sobre esse assunto e dar dicas práticas de como realmente colocá-las em prática, conversamos com o professor de Educação Física Márcio Atalla, especialista em Treinamento de Alto Rendimento e pós-graduado em Nutrição, e com o Dr. Nemi Sabeh Jr., coordenador médico da Seleção Brasileira Feminina de Futebol, cirurgião e médico credenciado Omint.

Neste artigo, vamos conferir:

O histórico tecnológico e as influências nos principais pilares da saúde

Se analisarmos a relação do homem com a atividade física da Pré-História até hoje, notamos que tudo que foi descoberto pelo homem surgiu da necessidade de favorecer algo. Isso pode parecer óbvio, mas possui relação direta com a realidade contemporânea.

A evolução da tecnologia nos trouxe para dias em que facilitamos tanto nosso cotidiano em alguns aspectos práticos que ficou difícil lembrar que o corpo necessita de movimento. Deixamos de subir escadas, andar longas distâncias, carregar peso, tudo isso porque temos meios que nos auxiliam com esse tipo de atividade e, sejamos sinceros, ninguém gosta de chegar suado aos lugares ou ter de fazer algum tipo de esforço muito puxado.

E, de fato, nosso cérebro foi programado para conseguir o máximo com o mínimo de esforço possível da forma mais confortável que estiver disponível. Com tudo isso, combinado com os recursos disponíveis hoje, já podemos identificar o primeiro problema: o sedentarismo.

Mas só a atividade física é responsável pela saúde? Não! Nossa saúde precisa ser entendida como um todo. Algumas outras necessidades do nosso corpo – chamadas de pilares – estão inteiramente interligadas e também necessitam de atenção para que a vida seja realmente saudável.

Dessa forma, podemos resumir os principais pilares da saúde em: exercícios físicos, alimentação, sono e saúde mental.

Você pode estar pensando que pelo menos um desses não está legal. Precisamos contar um segredo: é realmente difícil mantê-los em dia, mas não impossível!

A questão é que manter um estilo de vida mais saudável exige disciplina e esforço para que dê certo, e mudanças, principalmente drásticas, não podem ser feitas da noite para o dia. Falaremos mais sobre isso ao longo do texto.

Primeiramente, é importante que você entenda que saúde não é só sobre um desses pilares, e sim todos trabalhando em equilíbrio no seu ritmo.

 

A importância da atividade física como prevenção e bem-estar

Apesar de a prática regular de atividade física não ser a única responsável pela melhora da qualidade de vida, segundo o professor de Educação Física Márcio Atalla, ela é primordial para que as outras áreas também funcionem da forma correta. Vamos entender por quê.

Engana-se quem pensa que a prática da atividade física traz benefícios somente físicos. É claro que os benefícios de ganho de força, emagrecimento (se esse for o seu objetivo) e maior flexibilidade do corpo são realmente muito esperados e buscados, mas as vantagens vão muito além disso.

Quando praticamos exercício físico, a oxigenação no cérebro melhora consideravelmente e isso nos ajuda a pensar com mais clareza. Além disso, a liberação de hormônios que proporcionam prazer – como a endorfina e a serotonina – também são responsáveis por trazer bem-estar durante e após a atividade física.

Analisando isso em longo prazo e após conseguirmos com que isso vire uma rotina diária, podemos notar a melhora no humor e até mesmo mais facilidade para lidar com outras questões do cotidiano.

Se fosse fácil estabelecer em uma rotina diária de exercícios, todos faríamos sem maiores complicações. Porém, manter-se em movimento também implica esforço e dedicação.

“A maioria das pessoas busca por motivações para fazer exercício. A questão é entender que se exercitar é uma necessidade, e que, muitas vezes, não vamos encontrar motivação nenhuma para fazê-lo. É natural do nosso cérebro querer se manter em repouso. É necessário termos a consciência de que isso precisa ser aplicado em nosso dia a dia com sabedoria. Não adianta querer mudar tudo da noite para o dia”, afirma Marcio.

Ainda temos a ideia falha de que exercício físico precisa ser intenso, só pode ser feito na academia, além do desejo irreal de resultados imediatos.

Acredite: todo exercício conta! Você não precisa ir necessariamente à academia nem fazer um treino de atleta para sentir que está fazendo a diferença. Todos nós necessitamos de um tempo de adaptação para qualquer atividade que iniciamos, e com o exercício não seria diferente.

“O movimento livre é importante e, às vezes, pode contar mais do que a ida a academia. A troca do elevador pelas escadas e descer um ponto antes do destino final são pequenas ações no dia a dia que contam e muito! É importante lembrar que é apenas um pouco por dia, todos os dias, até que você adquira mais condicionamento físico e possa passar para um próximo passo. Precisamos lembrar que começar a ter um estilo de vida mais saudável é um processo e acontece lentamente, cada um no seu ritmo”, reforça Marcio.

Até aqui você já deve ter entendido que praticar atividades físicas é importante, mas exige esforço e dedicação. Por isso, vamos levantar mais um benefício de se exercitar: o bem-estar geral e a prevenção de doenças futuras.

Quando você se mantém ativo, conserva os níveis de colesterol no sangue mais baixos e controla melhor o peso. Só com esses dois benefícios, fica bem mais fácil evitar doenças como diabetes e hipertensão.

Por isso é sempre importante reforçar: prevenir é sempre o melhor caminho.

 

Mantendo o equilíbrio: movimento e calmaria na mesma proporção

Como já vimos até aqui, sabemos que o exercício físico é primordial para a saúde e o bem-estar. Mas não dá pra se exercitar o tempo todo: o corpo também precisa de descanso.

Durante a atividade física, movimentamos o corpo, liberamos hormônios responsáveis pelo prazer e bem-estar, e colocamos nossas estruturas para funcionar. Do outro lado, temos o tempo de descanso, a calmaria, aquele momento para nos desconectarmos de tudo e colocar a cabeça no lugar. Dessa forma, encontramos o equilíbrio ideal.

Um fator importante e presente em ambos momentos é a respiração. Durante o exercício, oxigenamos o cérebro e durante o descanso, também! Por isso a prática da meditação pode auxiliar nesse momento.
“O oxigênio para o cérebro funciona como um alimento prazeroso. É ele o responsável por nos ajudar a pensar melhor, fazer com o que o nosso cérebro funcione, oxigenando nossos neurônios”, afirma Dr. Nemi.

Por isso, equilíbrio é tudo! Assim como o corpo, a mente também se cansa, e momentos de relaxamento são essenciais para combater a ansiedade e o estresse.

Quando falamos em descanso, não estamos nos referindo somente a grandes períodos de tempo. Durante o seu dia a dia, tire alguns minutos para respirar fundo, fechar os olhos, tentar apenas deixar os pensamentos passarem, focar apenas na respiração.

 

Como as empresas podem auxiliar na melhora da qualidade de vida no trabalho

Sabemos que a realidade da maioria das pessoas é não ter muito tempo além do trabalho. Por isso, as empresas têm de entender que o hábito de se movimentar e descansar também precisa ser adotado dentro das próprias organizações, motivando o funcionário de alguma forma.

A empresa pode propor alguns minutos durante o expediente para que o colaborador se levante para se alongar, troque apenas um lance de escadas uma vez ao dia, ou ainda propor programas para a prática de esportes.

Pode-se também sugerir pequenos minutos de meditação. E não pense que isso é algo muito mirabolante: estamos falando apenas de parar o que se está fazendo, fechar os olhos e focar na respiração. Isso pode ser feito em poucos minutos várias vezes ao dia.

Essas movimentações e paradas garantem mais bem-estar ao colaborador e torna o dia a dia mais prazeroso e produtivo.

 

Alimentação e sono em dia

Até aqui, falamos muito da importância do exercício físico e do descanso, mas, como citamos, existem outros pilares que também precisam de atenção. Até porque é impossível que você se exercite sem se alimentar ou dormir bem, não é mesmo?

Pois é, a alimentação tem o papel de nos dar energia para realizarmos todas as nossas outras atividades cotidianas. Ela é nosso combustível e deve ser prazerosa.

Nosso corpo tende a armazenar gordura e sabemos quanto é difícil resistir a comidas que não são tão saudáveis assim. Outras vezes reconhecermos que já estamos satisfeitos, mas parece que o corpo sempre quer mais.

Mas não queira mudar totalmente a alimentação da noite para o dia ou ficar restringindo alimentos. A chance de falha e frustração nesse cenário é muito grande.

“Não adianta você reduzir drasticamente o consumo de calorias ou começar a cortar alimentos do nada. É preciso um preparo e existe um processo. Tente reduzir as coisas aos poucos. Quando já estiver adaptado àquilo, mude mais um pouco. Sempre em pequenos passos para que você possa conseguir o mais importante: constância”, reforça Marcio.

Além disso, dietas da moda e chás emagrecedores são apenas uma distração. Você não precisa de nenhum alimento caro e muito diferente do que já está habituado a comer. “Arroz, feijão, proteína e salada funcionam muito bem. Não é preciso nada demais para uma alimentação saudável e engana-se quem pensa dessa forma. Coma o mais natural possível e respeite a sua saciedade”, orienta Márcio

Outro pilar importante para uma vida mais saudável é o sono. É durante uma noite bem dormida que fazemos a limpeza do que não nos serve mais e nos preparamos para viver o dia seguinte.

Sem um sono de qualidade, você vai se sentir cansado, indisposto, irritado e, em casos mais sérios, até mesmo mais angustiado.

Por isso, se você não tem dormido direito, procure identificar quais travas estão impedindo que tenha sono de qualidade. Tente sempre praticar a higienização do sono.

Por último e não menos importante: cuide da sua saúde mental. Sabemos que, se os outros pilares citados até estiverem em equilíbrio, certamente você poderá ter melhora efetiva na sua saúde mental porque tudo interligado.

Mas sabemos que pode não ser tão simples assim. Então fique atento aos sinais! Não se esqueça de que descanso e lazer também fazem parte de uma vida saudável, além de beneficiarem a saúde mental.

Aproveite os momentos em que você sente prazer e não se sinta culpado por relaxar quando se sentir cansado, okay? Quer apenas se deitar e não fazer nada? Está tudo certo! Afinal, você não precisa ser produtivo o tempo todo.

 

Quais as melhores dicas para manter uma vida mais saudável?

1. Entenda os pilares como benefícios para o seu corpo e não se cobre tanto. Comece devagar e entenda que a evolução vem com o tempo.

2. A criação de um hábito realmente demora. Por isso, inclua um pouquinho de melhora todos os dias até que você atinja seu objetivo.

3. Procure por profissionais sérios e capacitados para auxiliar você no processo: eles poderão ser guias para o seu processo. Dispense quem oferecer soluções fáceis e mágicas.

4. Hidrate-se! Nosso corpo é composto a maior parte por água e a hidratação é fundamental em todos os processos do seu organismo.

5. Inclua pelo menos uma fibra em todas as suas refeições. Elas auxiliam no funcionamento do seu intestino e fazem bem à saúde.

6. Acima de tudo, respeite seus limites! Cada um possui um ritmo e o desenvolvimento é individual.
Encontre aquilo que funciona melhor para você.

Você também pode conferir melhor qual a relação entre esses pilares neste vídeo:

E aí, está se sentindo mais animado para mudar seus hábitos? Comece hoje mesmo e orgulhe-se de você no futuro!