Doenças virais: quais são e como se proteger?

As doenças virais, também conhecidas como viroses, atingem milhões de pessoas todos os anos e já se tornaram cotidianas no dia a dia da população brasileira.

Geralmente, doenças causadas por vírus, como resfriados, podem ser tratadas de forma simples. No entanto, algumas delas podem evoluir para quadros mais graves, havendo até mesmo casos incuráveis, como a Aids.

Neste artigo, abordaremos o conceito de doenças virais, as principais enfermidades provocadas por vírus, seus sintomas e estratégias de prevenção. Aproveite a leitura!

O que é uma doença causado por vírus?

De maneira resumida, as doenças virais são desencadeadas por diversos tipos de vírus e geralmente não possuem um tratamento específico, já que o organismo normalmente desenvolve anticorpos para combatê-las. No entanto, em certos casos, elas podem ser fatais se não forem tratadas adequadamente.

O que é um vírus?

Os vírus são organismos acelulares, ou seja, que não são constituídos por células, mas por uma cápsula proteica que envolve seu material genético. Alguns vírus, além da cápsula, possuem um envelope de lipídios que reforça sua proteção.

Eles são considerados parasitas intracelulares obrigatórios por não possuírem metabolismo próprio, sendo capazes de se reproduzir apenas em células hospedeiras.

A infecção viral pode ser contraída de diversas formas, como a má higiene, relações sexuais desprotegidas, picadas de insetos, entre outros.

Quais são as doenças virais?

Segundo cientistas da Universidade de Sydney, podem existir trilhões de espécies de vírus no Planeta. Um dado que mostra quão pouco ainda se sabe sobre eles.

Mas essas são algumas das doenças virais mais comuns em humanos:
• Aids;
• catapora;
• caxumba;
• chikungunya;
• condiloma acuminado;
• covid-19;
• dengue;
• ebola;
• febre amarela;
• gripe;
• hepatite (hepatite A, hepatite B, hepatite C e hepatite D);
• herpes genital;
• HPV;
• poliomielite;
• raiva;
• resfriado;
• rubéola;
• sarampo;
• varíola;
• zika.

Conheça as principais doenças causadas por vírus

Gripe

A gripe é causada pelos vírus influenza A, B e C, que abrangem desde infecções respiratórias brandas a epidemias sazonais, como a H1N1 – registrada em 2009, classificada como tipo A.

Esta doença pode se tornar grave tanto pela ação do próprio vírus quanto pelas complicações bacterianas, do tipo pneumonia e otite. Em ambas, a principal via de transmissão é pelo ar e a sua prevalência aumenta nos períodos mais frios, como outono e inverno.

Covid-19

O covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2. A doença é potencialmente grave, altamente transmissível e que se espalhou por todo o mundo.

Passa de pessoa para pessoa por meio da inalação de gotículas de secreções respiratórias que podem ficar suspensas no ar quando a pessoa contaminada por esse vírus tosse ou espirra.

Resfriado

O resfriado é uma doença respiratória causada por vírus. De acordo com a Agência Brasil, os vírus mais comuns no caso dos resfriados são os rinovírus, o vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (VSR).

Em geral, sua transmissão ocorre pelo contato com as secreções respiratórias que ficam suspensas no ar quando uma pessoa infectada fala, tosse ou espirra, por exemplo.

Aids

O HIV é o vírus da imunodeficiência humana que, ao penetrar no organismo humano, destrói o sistema imunológico responsável por sua defesa.

O paciente fica vulnerável a infecções conhecidas como oportunistas, porque os agentes que estavam escondidos no organismo da pessoa aproveitam essa oportunidade para causar doença.

O vírus causador da Aids pode estar presente no sangue, no sêmen, na secreção vaginal e no leite materno. E a infecção pode ocorrer por meio de: sexo sem camisinha (vaginal, anal ou oral), mãe (portadora do vírus) para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação, transfusão de sangue contaminado, entre outras formas.

Sarampo

O sarampo é uma doença viral aguda, infectocontagiosa, altamente transmissível que pode apresentar complicações, principalmente em crianças e pessoas com imunidade comprometida.

Os indivíduos expostos podem adquirir a infecção pelo contato com gotículas transmitidas por tosse ou espirro.

Quais os sintomas das doenças virais?

Geralmente as doenças transmitidas por vírus causam sintomas pouco específicos como febre, dor de cabeça e no corpo, falta de apetite e indisposição.

Justamente pelos sintomas das viroses serem muito parecidos, isso torna um diagnóstico preciso muito mais difícil. Por isso, é importante procurar um médico quando apresentar esses sintomas para receber um diagnóstico quanto antes.

Além disso, a realização de exames é indicada em casos onde os sintomas estejam mais intensos e persistam por muito tempo.
Algumas infeções virais podem causar sintomas específicos que ajudam no reconhecimento da doença, como:
• icterícia: a pele e as mucosas ganham uma coloração amarelada. A hepatite é uma doença viral que pode provocar esse sintoma;
• bolhas vermelhas que coçam muito: em geral, são sintomas observados em quadros de catapora;
• paralisia: pode ocorrer em casos de poliomielite;
• inchaço e dor nas glândulas salivares: comuns em casos de caxumba;
• verrugas genitais: são um dos sintomas causados pela infecção pelo HPV;
• manchas vermelhas no corpo: juntamente com outros sintomas, podem indicar infecções como zika e rubéola;
• coriza: pode ser um sinal de gripe ou resfriado.

Como se proteger das doenças virais?

Diante da diversidade e gravidade das doenças virais, a prevenção torna-se essencial.

Praticar uma boa higiene, adotar medidas de etiqueta respiratória e promover a conscientização sobre sexo seguro são passos importantes para evitar a propagação desses vírus.

Juntos, podemos construir um futuro mais saudável e resiliente, protegendo a nós mesmos, a quem amamos e a toda a comunidade.

Gostou desse conteúdo? Então compartilhe para que mais pessoas fiquem bem-informadas sobre doenças virais. Até a próxima!

A obesidade é uma doença crônica? Confira tudo sobre essa condição!

Segundo o relatório da World Obesity Atlas 2025, estima-se que, até 2030, o Brasil terá cerca de 66 milhões de adultos vivendo com obesidade (IMC ≥ 30 kg/m²).

O documento reforça que a obesidade é uma doença crônica que exige estratégias eficazes de prevenção, tratamento e conscientização.

Até 2024 o País somou 9 milhões de pessoas obesas, de acordo com dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

E não para por aí! A preocupação se intensifica quando voltamos nosso olhar para as gerações futuras.

Conforme as estatísticas revelam, é possível que crianças e adolescentes representem cerca da metade da população jovem afetada pela obesidade infantil até 2035 resultando em aproximadamente 20 milhões de jovens acima do peso.

Esse cenário realça a urgência de implementar estratégias eficazes para combater essa tendência e promover hábitos saudáveis. Para falar com propriedade sobre o assunto, entrevistamos o Dr. José Afonso Sallet, médico cirurgião do aparelho digestivo e credenciado Omint.

Continue a leitura e descubra tudo sobre a obesidade: causas, riscos, como calcular o IMC e os tratamentos para a obesidade.

O que é obesidade e suas causas?

Tanto o sobrepeso quanto a obesidade são caracterizados pelo acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo, representando uma condição de risco à saúde.

Quando falamos sobre o que é obesidade, é importante destacar que, segundo o Dr. José Afonso Sallet, ela é uma das principais causas de morte evitável no mundo atual. Além disso, é uma doença multifatorial que envolve diversos elementos, como:

  • comportamentais: podem contribuir para o ganho de peso escolhas pouco saudáveis, como o consumo excessivo de alimentos ricos em gordura e açúcar. E também padrões inadequados, como comer muito ou pular refeições.
  • inatividade física: o estilo de vida sedentário, caracterizado pela ausência de exercícios regulares ou atividades que não tenham impacto significativo peso, pode contribuir ao acúmulo de gordura corporal.
  • predisposição genética e fatores hereditários: pacientes com histórico familiar de obesidade têm maior probabilidade de desenvolvê-la, devido à influência de genes no metabolismo, apetite e distribuição de gordura no corpo. Isso pode tornar algumas pessoas mais propensas ao ganho de peso, independentemente de seus estilos de vida.
  • questões endocrinológicas: distúrbios hormonais e alterações no funcionamento do sistema endócrino podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade. Como exemplo está a condição de resistência à insulina, o hipotireoidismo e a síndrome dos ovários policísticos, que podem afetar o metabolismo e levar ao ganho de peso.

Com base nesses fatores, é possível compreender que existem diferentes níveis de obesidade, que variam de acordo com a intensidade do acúmulo de gordura corporal e seus impactos na saúde.

Quais são os graus da obesidade?

Fazer o cálculo da obesidade de acordo com o IMC é confiável? Sim! A classificação dos graus de obesidade ou dos tipos de obesidade corresponde ao cálculo do IMC (índice de massa corpórea), em que se divide o peso (kg) pelo quadrado da altura (em metros). O resultado revela se o peso está adequado, abaixo ou acima do desejado.

Classificação do IMC:

Entre 20 e 30: sobrepeso

Entre 30 e 35: obesidade grau 1

Entre 35 e 40: obesidade grau 2

Maior que 40: obesidade grau 3

Como calcular o IMC?

Suponha que um paciente pese de 130 kg e meça 1,75 metros.

1. Primeiro, elevamos a altura ao quadrado:
altura² =1,75×1,75 = 3,0625

2. Em seguida, dividimos o peso pela altura ao quadrado:
IMC = 130 / 3,0625 ≈ 42,37

Portanto, o IMC dessa pessoa é aproximadamente 42,37.

Neste caso, o IMC indica que o paciente está na faixa da obesidade grau III, o que sugere o risco aumentado de desenvolver problemas de saúde relacionados ao peso, como doenças cardíacas, hipertensão e diabetes mellitus (tipo 2).

“A obesidade grau 3 é o nível onde o paciente já tem doenças associadas importantes ou vai desenvolver”, afirma o Dr. José Afonso Sallet.

Quais são os riscos associados à obesidade a curto, médio e longo prazo?

A obesidade é uma doença crônica multifacetada que apresenta diferentes riscos conforme sua gravidade e duração.

No estágio mais avançado, conhecido como obesidade grau 3 (ou obesidade mórbida), os pacientes geralmente já possuem ou estão propensos a desenvolver doenças associadas significativas.

Segundo o Dr. José Afonso Sallet, todos os fatores de risco da obesidade tornam a doença crônica complexa associada a uma série de outras enfermidades que são desencadeadas pelo excesso de peso. “Dentre elas, destacam-se as doenças metabólicas e as musculoesqueléticas”, comenta.

As complicações da obesidade vão além das questões metabólicas! Incluem também um aumento do risco de desenvolvimento de cânceres, particularmente os ginecológicos.

A obesidade é uma doença crônica reconhecida como uma condição inflamatória, o que pode explicar, em parte, a associação com certos tipos de câncer.

É importante considerar também o tempo ao avaliar os riscos da obesidade, sendo o curto prazo até 4 anos, o médio prazo de 5 a 9 anos, e a longo prazo 10 anos ou mais.

A curto prazo, as complicações mais imediatas da obesidade extrema geralmente estão relacionadas a problemas osteomusculares, enquanto as questões metabólicas tendem a se manifestar mais no período de médio a longo prazo.

Sobrepeso e obesidade são a mesma coisa?

O sobrepeso e a obesidade compartilham uma origem comum, sendo caracterizados pelo excesso de peso corporal. No entanto, eles são distintos em termos de classificação e definição.

O sobrepeso refere-se ao excesso de peso corporal inicial, muitas vezes considerado como o estágio inicial da obesidade como doença crônica.

O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma medida comumente utilizada para avaliar o peso em relação à altura, e o IMC entre 25 e 29,9 é geralmente considerado como indicativo de sobrepeso.

Por outro lado, a obesidade que é uma doença crônica é caracterizada por excesso de gordura corporal significativo que pode levar a complicações de saúde. O IMC igual ou superior a 30 é considerado como indicativo de obesidade.

Portanto, embora sejam diferentes na classificação, tanto o sobrepeso quanto a obesidade compartilham os mesmos fatores de origem, como hábitos alimentares inadequados, falta de atividade física, predisposição genética e outros fatores ambientais e comportamentais.

Mas afinal, existem “sintomas de obesidade”? Na prática, a obesidade não apresenta sintomas específicos como uma doença comum. O que ocorre são consequências e complicações ao longo do tempo, que impactam diretamente a saúde física e emocional da pessoa.

O que acontece com o corpo quando a pessoa tem sobrepeso e obesidade?

O paciente com excesso de peso torna-se suscetível a uma inflamação crônica, desencadeando uma série de problemas e doenças associadas, incluindo condições metabólicas, distúrbios do trato digestivo e cânceres ginecológicos. Além disso, surgem questões relacionadas à artrose e outros problemas articulares.

Além dos problemas físicos, as questões psicológicas desempenham um papel significativo, desde o isolamento social até conflitos familiares e limitações sociais.

“A obesidade é uma condição multifatorial que não pode ser simplificada apenas como uma questão de força de vontade ou comprometimento do paciente. A forma para tratar essa condição requer uma equipe multidisciplinar para lidar com suas diversas facetas”, explica o Dr. José Afonso Sallet.

Em quais casos a cirurgia bariátrica é recomendada?

A cirurgia bariátrica é recomendada para pacientes com as seguintes condições clínicas:

  • IMC entre 35 e 40, com doenças associadas.
  • IMC igual ou superior a 40, independentemente de doenças associadas.

Pacientes com IMC acima de 40 estão em um estágio avançado de obesidade, e mesmo que não apresentem doenças associadas, estão em alto risco de desenvolvê-las.

Por outro lado, não há benefício em realizar a cirurgia em pacientes com IMC abaixo de 30 e clinicamente saudáveis, pois seria principalmente por razões estéticas.

O especialista explica que, no caso de pacientes com IMC igual ou menor que 30, é ético realizar a abordagem com uma equipe multidisciplinar, possivelmente envolvendo medicação ou procedimentos endoscópicos como o uso de balão intra-gástrico.

Confira em vídeo detalhes sobre o uso de algumas medicações para emagrecimento:

É possível para pacientes com IMC acima de 40 emagrecer sem intervenção cirúrgica?

Para pacientes nesse estágio avançado de obesidade, a história natural envolve muitos anos de ganho de peso, e geralmente eles já tentaram várias abordagens clínicas. Quando buscam a cirurgia bariátrica é porque não encontraram mais alternativas.

O Dr. José Afonso Sallet explica que é extremamente desafiador para pacientes com IMC acima de 40 obterem sucesso com abordagens clínicas tradicionais, especialmente no que diz respeito à perda de peso e à redução da obesidade para o sobrepeso.

“Embora algumas medicações possam ser eficazes na perda de peso, sua eficácia é temporária, e os pacientes geralmente enfrentam dificuldades em manter o peso perdido a longo prazo”, esclarece.

A cirurgia bariátrica oferece uma abordagem diferente, criando mudanças significativas na saciedade e no metabolismo, o que pode ajudar os pacientes a atingirem seus objetivos de perda de peso de forma mais eficaz.

Portanto, a cirurgia é frequentemente considerada uma opção quando se trata de alcançar e manter a perda de peso a longo prazo.

Existe obesidade saudável?

Em primeiro lugar, é essencial que o paciente desenvolva uma aceitação pessoal e mantenha uma autoestima positiva, pois isso pode influenciar positivamente o processo de tratamento multidisciplinar da obesidade que é uma doença crônica.

Do ponto de vista clínico, é difícil afirmar que a obesidade em níveis extremos pode ser considerada saudável, mas sim que algumas pessoas obesas possam apresentar menos complicações de saúde.

A obesidade é uma doença crônica e mesmo na ausência de problemas de saúde aparentes, ainda está associada ao aumento do risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, certos tipos de câncer e outras condições crônicas.

Isso porque, enquanto alguns obesos podem ter níveis normais de pressão arterial, colesterol e glicose no sangue, e aparentemente boa saúde metabólica, isso não significa necessariamente que estão livres de riscos futuros para a saúde.

Portanto, seria incorreto rotular essa condição como completamente saudável, uma vez que representa um risco significativo para a saúde a longo prazo.

Qual é a relação entre a microbiota intestinal e a obesidade?

A microbiota intestinal refere-se às bactérias que normalmente habitam o intestino e desempenham funções vitais, como auxiliar no processo digestivo, na absorção de nutrientes e na regulação do trânsito intestinal para absorção de gorduras e calorias.

Quando ocorre um desequilíbrio nessa flora intestinal, conhecido como disbiose, o paciente pode começar a enfrentar problemas de saúde.

E esse desequilíbrio é considerado um dos principais fatores associados à obesidade e está frequentemente relacionado ao consumo excessivo de carboidratos e gorduras inadequadas na dieta.

Como resultado, o desequilíbrio na flora intestinal pode agravar os problemas relacionados à obesidade, especialmente as questões metabólicas.

Dica extra: confira, em vídeo, uma receita prática e saudável de creme de abóbora, apresentada pela nutricionista credenciada Omint Dra. Lara Nataci:

Quais são as melhores atividades físicas para pessoas obesas?

Para pessoas obesas, é importante escolher atividades físicas que sejam seguras, eficazes e que possam ser facilmente adaptadas ao nível de condicionamento físico.

A musculação é uma excelente opção nesse sentido. Envolvendo o uso de pesos ou resistência para fortalecer e tonificar os músculos, ela é excelente para:

  • queima de calorias: aumenta o metabolismo de repouso, o que significa que você queima mais calorias mesmo quando não está se exercitando.
  • aumento de massa muscular magra: construindo massa muscular magra, é possível melhorar a composição corporal e aumentar o metabolismo basal.
  • melhora da saúde óssea: a musculação ajuda a fortalecer os ossos, o que é importante para prevenir osteoporose.
  • melhoria da função cardiovascular: embora a musculação seja mais conhecida por seus benefícios musculares, também pode ajudar a melhorar a saúde cardiovascular, reduzindo a pressão arterial e os níveis de colesterol.

A importância da abordagem multidisciplinar no emagrecimento

Cada indivíduo é único, e as causas subjacentes do excesso de peso podem variar significativamente de uma pessoa para outra.

Por isso, é essencial que profissionais de diferentes áreas – médicos, nutricionistas, educadores físicos, psicólogos e outros especialistas – trabalhem juntos para desenvolver um plano de tratamento personalizado que atenda às necessidades específicas de cada paciente.

Por ser uma doença crônica complexa, a atuação de uma equipe multidisciplinar pode identificar e tratar condições como diabetes, hipertensão, distúrbios hormonais ou distúrbios alimentares, que estão frequentemente associadas ao excesso de peso.

Esse método multidisciplinar considera não apenas a dieta e o exercício, mas também outros aspectos importantes, como saúde mental, qualidade do sono, níveis de estresse e padrões de comportamento alimentar.

Além disso, o Dr. José Afonso Sallet complementa: “O grande tratamento para doenças pandêmicas como a obesidade está na prevenção. Portanto, temos de concentrar forças na educação nutricional infantil, na alimentação saudável e na atividade física desde a primeira infância”.

Gostou do conteúdo? Continue nos acompanhando para ter acesso a mais informações da área da saúde e, juntos, provermos mais conhecimento.