De que maneira os exercícios físicos contribuem para a saúde mental?

Não é novidade que a prática regular de atividades físicas traz muitas vantagens para a saúde. Esse hábito aumenta a força física, melhora nossa disposição, sono e saúde cardiovascular, além de combater o sedentarismo e ajudar a prevenir e tratar outras doenças.

E a saúde mental? O que muitos talvez não saibam é que exercício físico e saúde mental tem uma relação importantíssima na redução do risco de depressão e perdas cognitivas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recomendam, por exemplo, que adultos façam de 150 a 300 minutos de atividades físicas moderadas por semana, ou de 75 a 150 minutos de exercícios físicos intensos semanais, quando não houver contraindicação.

Sendo assim, hoje vamos falar sobre 10 benefícios psicológicos da atividade física. Aproveite a leitura!

Quais os benefícios dos exercícios físicos para a saúde mental?

Estudos como os de Zhang et al. (2023) indicam que exercícios físicos não só melhoram a cognição, mas também reduzem os riscos de doenças psiquiátricas, como depressão e ansiedade, e diminuem as chances de desenvolvimento de enfermidades neurodegenerativas, como o Alzheimer.

Além disso, a pesquisa de Smith et al. (2023) revela que pessoas que praticam atividades físicas apresentam desempenhos superiores em diversas funções cognitivas quando comparadas a indivíduos sedentários.

Esses artigos reforçam a importância da atividade física para a saúde física e mental. Mas quais outras benfeitorias essas práticas oferecem?

1. Sensação de bem-estar

Os exercícios liberam endorfina e outros neurotransmissores que nos deixam mais felizes e com menos sensação de preguiça. Os principais neurotransmissores são:

  • endorfina: hormônio do bem-estar e relaxamento;
  • dopamina: neurotransmissor ligado à comunicação das células nervosas, ao prazer e à coordenação motora;
  • serotonina: hormônio da felicidade, que melhora humor e memória.

2. Melhoria do sono

Os exercícios físicos e a saúde mental também estão diretamente ligados à qualidade do nosso sono. Dentre as principais orientações para uma boa higiene do sono está a prática de atividades físicas pela manhã.

A atividade física ajuda na regulação do ciclo circadiano, contribuindo para um sono relaxante e de qualidade.

No entanto, é indicado que o exercício físico seja feito durante o dia ou pela manhã, pois existem casos em que a atividade durante a noite induz à insônia.

3. Injeção de ânimo

Como citado, a endorfina é um dos hormônios liberados durante a prática de atividades físicas. Isso é importante, pois ela ajuda no aumento da capacidade produtiva e intelectual, além de trazer mais ânimo na rotina. Os treinos matinais colaboram ainda mais nesse efeito.

4. Autoconfiança e autoestima em dia

Também atrelada à liberação dos neurotransmissores, como dopamina e serotonina, a atividade física expande a sensação de bem-estar e injeta mais energia no nosso organismo, o que melhora nosso humor, a produtividade e o desempenho.

Consequentemente, essas sensações impactam na forma como enxergamos a nós mesmos e as nossas capacidades, aumentando nossa autoconfiança e autoestima.

5. Antidepressivo natural

Outro benefício de praticar atividades físicas está relacionado à regulação da produção de neurotransmissores em nosso organismo.

6. Reduz a ansiedade

Por meio dos exercícios, nosso corpo é estimulado a produzir mais cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.

Embora o cortisol seja liberado em resposta a situações estressantes, sua produção coordenada durante o exercício ajuda a regular a resposta do corpo ao estresse, promovendo o equilíbrio emocional e contribuindo para o controle do humor.

Dessa forma, o exercício colabora para o aumento no ânimo e na energia, além de diminuir as chances de ficarmos ansiosos durante o dia.

7. Concentração

O exercício físico também ajuda a saúde mental, melhorando aspectos de atenção, concentração e foco, já que estimula a atividade do lobo frontal, região do cérebro associada a funções cognitivas superiores, como tomar decisões, motivação, resolução de problemas, planejamento e atenção.

8. Mais disciplina

A atividade física, como vimos, ativa o lobo frontal, que desempenha papel crucial no controle de impulsos, nas funções inibitórias e nos comportamentos. Esse estímulo pode, portanto, contribuir para maior disciplina, facilitando, por exemplo, a manutenção de um regime alimentar.

9. Melhora da capacidade de aprendizado

Com nosso foco, disciplina, energia e confiança elevados pelo estímulo da produção dos neurotransmissores, somos capazes de melhorar as funções ligadas à memória e aprendizagem.

10. Maior velocidade do processamento cognitivo

Por fim, a relação de exercícios físicos e saúde mental, somando todos os componentes anteriores, permite a melhora da circulação sanguínea no cérebro, alterando assim a síntese e a degradação dos neurotransmissores.

Esse efeito direto da atividade física na melhoria da velocidade do processamento cognitivo aumenta a capacidade de rapidez de respostas e protege o cérebro ao longo dos anos.

Confira como incluir o hábito das atividades físicas na sua rotina:

Outras recomendações da OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) realizaram um estudo e também elaboraram um guia de benefícios e recomendações sobre a prática de atividade física. Confira as principais!

1. A atividade física é boa para o coração, o corpo e a mente.

Exercícios físicos feitos de forma regular podem prevenir e ajudar a controlar doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer. E a atividade física tTambém podem reduzir os sintomas de depressão e ansiedade, e melhorar o pensamento, a aprendizagem e o bem-estar geral.

2. Qualquer quantidade de atividade física é melhor do que nenhuma.

É recomendado realizar entre 150 e 300 minutos de atividade física de intensidade moderada por semana para todos os adultos, e uma média de 60 minutos de atividade física aeróbica moderada por dia para crianças e adolescentes.

3. Toda atividade física conta.

Não é só a academia que conta. A OMS considera que qualquer atividade física é válida, podendo ser realizada como parte do trabalho, esporte e lazer ou transporte (caminhando, patinando e pedalando), bem como tarefas diárias e domésticas.

4. O fortalecimento muscular beneficia a todos.

Idosos (com 65 anos ou mais) devem adicionar atividades físicas que enfatizem o equilíbrio e a coordenação, bem como o fortalecimento muscular, para ajudaruxiliar a prevenir quedas e melhorar a saúde.

5. Comportamento sedentário excessivo pode ser prejudicial à saúde.

O sedentarismo pode aumentar o risco de doenças cardíacas, câncer e diabetes tipo 2. É importante limitar o tempo sedentário e, incluir atividades físicas na rotinao dia a dia.

6. Todos podem se beneficiar com o aumento da atividade física.

A inclusão de uma rotina de exercícios ou atividades físicas, aliada aà redução do comportamento sedentário, beneficia a saúde física e mental de todos., Iincluindo mulheres grávidas, no pós-parto e pessoas que vivem com doenças crônicas ou deficiências.

Quais os riscos de uma vida sedentária?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já considera que estamos vivendo em uma epidemia de sedentarismo, conforme estudo.

Quando se fala emcomenta sobre os riscos do sedentarismo para a saúde, fala-se muito de hipertensão, diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares.

Mas hábitos sedentários teêm grande impacto na saúde mental. Um indivíduo sedentário costuma apresentar problemas de autoestima, de autoimagem, depressão, aumento de ansiedade, de estresse, além de um maior risco para desenvolver os males de Alzheimer e de Parkinson.

Isso mostra quão importante é a relação entre atividade física e saúde mental.

Então, como começar a se exercitar?

Em casos em que a pessoa é sedentária, a orientação médica é incluir a atividade física de forma gradual.

Pode iniciar, por exemplo, com apenas 10 minutos por dia e ir gradualmente aumentando até chegar a 30 minutos. E, ainda assim, esses 30 minutos totais podem ser distribuídos ao longo do dia, em períodos menores. Neste vídeo com a Dra. Natascha Trigo confira informações sobre treinar em jejum, seus riscos e benefícios.

Além de treinos estruturados, começar a se exercitar também passa por quebrar longos períodos sentado e inserir pequenos movimentos no dia a dia. Neste vídeo, o Dr. Nemi Sabeh Junior, ortopedista e médico credenciado Omint, mostra como criar hábitos simples para reduzir o sedentarismo laboral.

Por fim, o mais importante é manter a constância, já que, como vimos, qualquer atividade é melhor do que nenhuma. Portanto, exercitar-se um pouco todos os dias é muito mais benéfico do que não fazer nada.

Compartilhe esse conteúdo com alguém que precisa conhecer os benefícios de praticar atividade física para a saúde mental e física. Até a próxima!

Rinite: causas, sintomas e tratamentos

A rinite é uma inflamação da mucosa nasal que, de acordo com a Organização Mundial de Alergia (WAO, sigla em inglês), atinge entre 10% e 30% da população adulta mundial e 40% da população infantil.

Quem convive com essa condição, que pode ser aguda ou crônica, sabe que ela causa grande desconforto diário.

Neste artigo, vamos explorar o que é rinite, suas causas, sintomas e tratamentos disponíveis.

Existe diferença entre rinite e sinusite?

Antes, vamos esclarecer uma dúvida bastante frequente: a diferença entre rinite e sinusite. Embora apresentem sintomas semelhantes, elas não são a mesma coisa.

Enquanto a rinite é a inflamação da mucosa nasal e surge como resposta exagerada do sistema imunológico frente a substâncias tóxicas e irritantes, a sinusite é a inflamação dos seios paranasais.

Ambos podem ocorrer simultaneamente, mas a sinusite geralmente causa dor facial, pressão na cabeça e secreção nasal espessa.

Rinite: causas, sintomas e tratamentos

Principais causas da rinite

A rinite pode ser desencadeada por diferentes fatores, dependendo do tipo, e ser classificada como alérgica, infecciosa e não alérgica ou infecciosa.

Na rinite alérgica, o sistema imunológico reage ao contato frequente com substâncias consideradas alérgenas, como pólen, poeira, mofo, ácaros presentes na poeira doméstica ou pelos de animais.

É importante salientar que a rinite alérgica tem características hereditárias, mas também pode se manifestar mesmo que nenhum dos pais apresente o distúrbio.

Já a rinite infecciosa é causada por vírus ou bactérias e pode ser chamada de gripe ou resfriado.

Por sua vez, a rinite não alérgica ou não infecciosa é provocada por outros fatores como a mudança brusca de temperatura e de umidade, medicamentos e alterações hormonais como gravidez, menopausa e até mesmo hipotireoidismo.

Cheiros fortes de tinta, produtos químicos, cloro de piscina e perfumes mais fortes, exposição à fumaça de cigarro, além do uso excessivo de descongestionantes nasais, também podem irritar o nariz, desencadeando uma resposta excessiva do corpo.

Sintomas de rinite alérgica

Os sintomas de rinite alérgica incluem congestão nasal, coriza, espirros constantes, coceira no nariz, nos olhos, na garganta, no céu da boca e até mesmo nos ouvidos, olhos lacrimejantes e, em alguns casos, dor de cabeça. Esses sintomas podem variar em intensidade e interferir significativamente na qualidade de vida.

Para determinar se você tem rinite alérgica, é essencial observar os sintomas e consultar um médico. Testes alérgicos podem ser realizados para identificar as substâncias específicas que desencadeiam sua condição.

Como aliviar

Infelizmente, ainda não existe a cura para a rinite alérgica. O que há são diversas abordagens que ajudam a prevenir, aliviar e controlar os sintomas. Os principais tratamentos para rinite alérgica incluem:

  • anti-histamínicos: medicamentos que reduzem os sintomas de alergia;
  • corticosteroides nasais: sprays nasais que ajudam a reduzir a inflamação;
  • descongestionantes: medicamentos que aliviam a congestão nasal, mas que devem ser usados com moderação;
  • imunoterapia: tratamento a longo prazo que diminui a sensibilidade do sistema imunológico aos alérgenos;
  • vacinas antialérgicas: auxiliam a diminuir a sensibilidade aos fatores que desencadeiam a rinite;
  • soro fisiológico: usado para lavar e hidratar as vias nasais.

Além disso, é recomendado ingerir água em abundância e manter os ambientes bem arejados, além de adotar um estilo de vida mais saudável, com exercícios físicos e uma alimentação adequada.

Porém, é imprescindível passar por uma consulta com o médico, que poderá fazer o diagnóstico adequado e recomendar não só os medicamentos ideais para o seu quadro, como também sugerir mudanças assertivas no seu estilo de vida para evitar e controlar as crises.

O que evitar

Pessoas com rinite devem se afastar da exposição a alérgenos conhecidos e evitáveis, como poeira, pólen, mofo e pelos de animais.

Para isso, é preciso um cuidado maior na hora de fazer a faxina em casa, como usar máscara ao limpar estantes e livros, não usar vassouras e espanadores, lavar as roupas de cama pelo menos uma vez por semana e evitar o uso de produtos de limpeza com cheiro muito forte.

O infectologista Dr. Eduardo Finger tem algumas dicas que ajudam a reduzir a exposição a alérgenos dentro de casa, principalmente durante a troca de estações. Assista:

Também é recomendado evitar fumaça de cigarro, ambientes com ar-condicionado excessivamente frio e locais com mudanças bruscas de temperatura.

Leia também: O que é tabagismo?

Quando a rinite é grave?

A rinite é considerada grave quando os sintomas são persistentes, intensos e interferem significativamente na vida cotidiana. Em tais casos, pode ser necessário um tratamento médico mais agressivo, incluindo consultas com especialistas e tratamentos mais fortes, de uso contínuo.

A rinite, especialmente a rinite alérgica, pode ser uma condição incômoda, mas, com o diagnóstico e tratamento adequados, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Se você suspeita que tem rinite, consulte um médico para obter um diagnóstico preciso e discutir as melhores opções de tratamento.

Lembre-se de que, além dos medicamentos, mudanças no estilo de vida, a identificação e o cuidado no contato com alérgenos são fundamentais para o manejo eficaz da rinite.

Aproveite para assistir o vídeo sobre doenças respiratórias com a Dra. Maria Laura Sandeville, pneumologista credenciada Omint.

Gostou do conteúdo e conhece alguém que tenha rinite? Então compartilhe para que ela saiba exatamente o que fazer para ter uma vida com mais qualidade. Até a próxima!

Doenças virais: quais são e como se proteger?

As doenças virais, também conhecidas como viroses, atingem milhões de pessoas todos os anos e já se tornaram cotidianas no dia a dia da população brasileira.

Geralmente, doenças causadas por vírus, como resfriados, podem ser tratadas de forma simples. No entanto, algumas delas podem evoluir para quadros mais graves, havendo até mesmo casos incuráveis, como a Aids.

Neste artigo, abordaremos o conceito de doenças virais, as principais enfermidades provocadas por vírus, seus sintomas e estratégias de prevenção. Aproveite a leitura!

O que é uma doença causado por vírus?

De maneira resumida, as doenças virais são desencadeadas por diversos tipos de vírus e geralmente não possuem um tratamento específico, já que o organismo normalmente desenvolve anticorpos para combatê-las. No entanto, em certos casos, elas podem ser fatais se não forem tratadas adequadamente.

O que é um vírus?

Os vírus são organismos acelulares, ou seja, que não são constituídos por células, mas por uma cápsula proteica que envolve seu material genético. Alguns vírus, além da cápsula, possuem um envelope de lipídios que reforça sua proteção.

Eles são considerados parasitas intracelulares obrigatórios por não possuírem metabolismo próprio, sendo capazes de se reproduzir apenas em células hospedeiras.

A infecção viral pode ser contraída de diversas formas, como a má higiene, relações sexuais desprotegidas, picadas de insetos, entre outros.

Quais são as doenças virais?

Segundo cientistas da Universidade de Sydney, podem existir trilhões de espécies de vírus no Planeta. Um dado que mostra quão pouco ainda se sabe sobre eles.

Mas essas são algumas das doenças virais mais comuns em humanos:
• Aids;
• catapora;
• caxumba;
• chikungunya;
• condiloma acuminado;
• covid-19;
• dengue;
• ebola;
• febre amarela;
• gripe;
• hepatite (hepatite A, hepatite B, hepatite C e hepatite D);
• herpes genital;
• HPV;
• poliomielite;
• raiva;
• resfriado;
• rubéola;
• sarampo;
• varíola;
• zika.

Conheça as principais doenças causadas por vírus

Gripe

A gripe é causada pelos vírus influenza A, B e C, que abrangem desde infecções respiratórias brandas a epidemias sazonais, como a H1N1 – registrada em 2009, classificada como tipo A.

Esta doença pode se tornar grave tanto pela ação do próprio vírus quanto pelas complicações bacterianas, do tipo pneumonia e otite. Em ambas, a principal via de transmissão é pelo ar e a sua prevalência aumenta nos períodos mais frios, como outono e inverno.

Covid-19

O covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2. A doença é potencialmente grave, altamente transmissível e que se espalhou por todo o mundo.

Passa de pessoa para pessoa por meio da inalação de gotículas de secreções respiratórias que podem ficar suspensas no ar quando a pessoa contaminada por esse vírus tosse ou espirra.

Resfriado

O resfriado é uma doença respiratória causada por vírus. De acordo com a Agência Brasil, os vírus mais comuns no caso dos resfriados são os rinovírus, o vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (VSR).

Em geral, sua transmissão ocorre pelo contato com as secreções respiratórias que ficam suspensas no ar quando uma pessoa infectada fala, tosse ou espirra, por exemplo.

Aids

O HIV é o vírus da imunodeficiência humana que, ao penetrar no organismo humano, destrói o sistema imunológico responsável por sua defesa.

O paciente fica vulnerável a infecções conhecidas como oportunistas, porque os agentes que estavam escondidos no organismo da pessoa aproveitam essa oportunidade para causar doença.

O vírus causador da Aids pode estar presente no sangue, no sêmen, na secreção vaginal e no leite materno. E a infecção pode ocorrer por meio de: sexo sem camisinha (vaginal, anal ou oral), mãe (portadora do vírus) para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação, transfusão de sangue contaminado, entre outras formas.

Sarampo

O sarampo é uma doença viral aguda, infectocontagiosa, altamente transmissível que pode apresentar complicações, principalmente em crianças e pessoas com imunidade comprometida.

Os indivíduos expostos podem adquirir a infecção pelo contato com gotículas transmitidas por tosse ou espirro.

Quais os sintomas das doenças virais?

Geralmente as doenças transmitidas por vírus causam sintomas pouco específicos como febre, dor de cabeça e no corpo, falta de apetite e indisposição.

Justamente pelos sintomas das viroses serem muito parecidos, isso torna um diagnóstico preciso muito mais difícil. Por isso, é importante procurar um médico quando apresentar esses sintomas para receber um diagnóstico quanto antes.

Além disso, a realização de exames é indicada em casos onde os sintomas estejam mais intensos e persistam por muito tempo.
Algumas infeções virais podem causar sintomas específicos que ajudam no reconhecimento da doença, como:
• icterícia: a pele e as mucosas ganham uma coloração amarelada. A hepatite é uma doença viral que pode provocar esse sintoma;
• bolhas vermelhas que coçam muito: em geral, são sintomas observados em quadros de catapora;
• paralisia: pode ocorrer em casos de poliomielite;
• inchaço e dor nas glândulas salivares: comuns em casos de caxumba;
• verrugas genitais: são um dos sintomas causados pela infecção pelo HPV;
• manchas vermelhas no corpo: juntamente com outros sintomas, podem indicar infecções como zika e rubéola;
• coriza: pode ser um sinal de gripe ou resfriado.

Como se proteger das doenças virais?

Diante da diversidade e gravidade das doenças virais, a prevenção torna-se essencial.

Praticar uma boa higiene, adotar medidas de etiqueta respiratória e promover a conscientização sobre sexo seguro são passos importantes para evitar a propagação desses vírus.

Juntos, podemos construir um futuro mais saudável e resiliente, protegendo a nós mesmos, a quem amamos e a toda a comunidade.

Gostou desse conteúdo? Então compartilhe para que mais pessoas fiquem bem-informadas sobre doenças virais. Até a próxima!